Operação cumpre 22 mandados contra grupo suspeito de tráfico de drogas e armas em Olinda (PE)

Ação integrada mobilizou forças estaduais e federais nesta sexta-feira (21) para desarticular uma organização criminosa atuante no município.

21 ago 2026 - 12h11
(atualizado às 12h23)
Resumo
A Operação Domínio, deflagrada pela FICCO/PE, cumpriu 11 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão contra uma organização criminosa envolvida no tráfico de drogas e armas em Olinda (PE). Focada na comunidade do V8, a ação conjunta de forças policiais apreendeu documentos e eletrônicos para aprofundar as investigações, mapear movimentações financeiras e identificar novos integrantes. Os suspeitos responderão por organização criminosa, tráfico e comércio ilegal de armas.

Uma operação realizada nesta sexta-feira, 21 de agosto, teve como alvo um grupo investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e o comércio ilegal de armas  na comunidade do V8, no bairro do Varadouro, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife.

Agentes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Pernambuco (FICCO/PE).
Agentes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Pernambuco (FICCO/PE).
Foto: Polícia Federal / Portal de Prefeitura

Batizada de Operação Domínio, a ação foi coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Pernambuco (FICCO/PE). Ao todo, a Justiça expediu 11 mandados de prisão e 11 ordens de busca e apreensão.

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A Polícia Federal não informou, no primeiro balanço divulgado, quantas pessoas foram efetivamente presas nem apresentou detalhes sobre os locais onde os mandados foram cumpridos.

A ação contou com a participação da Polícia Civil, do Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar, da Polícia Penal e da Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Investigação aponta estrutura criminosa

Conforme a Polícia Federal, as apurações identificaram indícios da existência de um grupo organizado com atuação no município. Os nomes dos investigados e o período em que a organização estaria agindo não foram divulgados.

Além de localizar drogas e armas, os agentes buscaram aparelhos eletrônicos, documentos, registros financeiros e outros materiais que possam contribuir para o aprofundamento da investigação.

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O conteúdo apreendido deverá ser analisado pelas equipes responsáveis pelo caso. A expectativa é que os dados auxiliem na identificação de outros possíveis integrantes, na reconstituição da movimentação financeira e na compreensão da divisão de tarefas dentro do grupo.

Os investigados poderão responder, de acordo com a participação atribuída a cada um, por organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e comércio ilegal de arma de fogo.

A Polícia Federal ressaltou que as investigações continuam e que as responsabilidades individuais ainda estão sendo apuradas.

A FICCO/PE reúne profissionais da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Secretaria Nacional de Políticas Penais. O modelo busca ampliar o compartilhamento de informações e a realização de operações conjuntas contra organizações criminosas.

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