Auditor fiscal do Tribunal de Impostos e Taxas de SP é libertado de cativeiro, e cinco sequestradores são presos

Samuel de Oliveira Magro foi sequestrado na noite de domingo, 18, em São Paulo, e foi encontrado próximo a Osasco

20 jan 2026 - 08h11
(atualizado às 11h29)
Resumo
O auditor fiscal do Tribunal de Impostos e Taxas de SP, Samuel de Oliveira Magro, foi libertado de um cativeiro pela Polícia Civil, que prendeu cinco sequestradores envolvidos no caso.
Veja cativeiro em que auditor fiscal foi mantido em São Paulo
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O auditor fiscal do Tribunal de Impostos e Taxas (TIT) Samuel de Oliveira Magro foi libertado de um cativeiro pela Polícia Civil de São Paulo na manhã desta terça-feira, 20. Ele havia sido sequestrado em São Paulo no último domingo, 18. Cinco criminosos foram presos, segundo confirmado pela Polícia Civil ao Terra.

O TIT é um órgão vinculado à Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), que julga processos administrativos tributários, e é formado por juízes que representam a Fazenda e outros que representam os contribuintes.

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Magro foi levado por bandidos na noite de domingo quando estava na Avenida Rebouças, próximo à Rua Oscar Freire, área nobre de São Paulo. Ele foi levado para um cativeiro no limite de São Paulo com Osasco.

Cativeiro onde juiz foi mantido ficava no limite de São Paulo com Osasco
Cativeiro onde juiz foi mantido ficava no limite de São Paulo com Osasco
Foto: Reprodução/Dope

O companheiro dele, Paulo, avisou a polícia sobre o sumiço após receber uma ligação do auditor em que ele usou uma palavra-chave combinada entre os dois, indicando que estaria sequestrado.

Paulo disse à polícia que o síndico do prédio de Samuel recebeu uma mensagem dele autorizando a entrada no apartamento para vistoria, o que não era comum. Ele suspeita que a vítima teria sido coagida. Não houve sinais de invasão no imóvel. 

O resgate foi conduzido por agentes da 2ª Delegacia Antissequestro (DAS/DOPE) e do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra). Os cinco presos serão levados para a DAS, que fica no prédio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), no Centro de São Paulo.

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Fonte: Portal Terra
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