Onde MC Poze do Rodo, MC Ryan SP e criador da Choquei estão presos? Saiba

23 abr 2026 - 05h00
MC Ryan SP e Poze do Rodo foram presos em operação da PF 
MC Ryan SP e Poze do Rodo foram presos em operação da PF
Foto: Reprodução/Instagram

A Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal na última semana, não apenas expôs um suposto esquema bilionário de crimes financeiros como também expôs os bastidores de figuras conhecidas do grande público. De palcos, estúdios e redes sociais, alguns dos investigados agora ocupam celas em diferentes unidades do sistema prisional brasileiro, algumas delas de segurança máxima.

No Rio de Janeiro, o funkeiro Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, o MC Poze, estava na Penitenciária de Bangu 1, unidade conhecida pelo rigor e pelo abrigo de presos considerados de alta periculosidade, mas,foi transferido na manhã desta quarta-feira (22) para o Presídio Joaquim Ferreira, anexo da Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, ou Bangu 8, local neutro, após se declarar sem facção.

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Já em São Paulo, Ryan Santana dos Santos permanece detido na carceragem da Superintendência da Polícia Federal. O influenciador Chrys Dias foi preso em Itupeva, no interior paulista, e até o momento não há confirmação oficial sobre eventual transferência para outra unidade.

Em Goiás, Raphael Sousa Oliveira, apontado como criador da página Choquei, está sob custódia no Núcleo Especial de Custódia do Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel, em Aparecida de Goiânia. A unidade é destinada a presos que exigem monitoramento diferenciado.

As prisões fazem parte de uma investigação mais ampla que apura a atuação de um grupo suspeito de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão em um esquema que envolveria lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), além de estelionato digital e exploração de rifas ilegais. Ao todo, foram cumpridos 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão em nove estados e no Distrito Federal.

Segundo a Polícia Federal, os investigados utilizavam estratégias sofisticadas para ocultar a origem dos recursos, incluindo transações com criptoativos, movimentações financeiras de alto valor e transporte de dinheiro em espécie. Até agora, 33 pessoas foram presas, enquanto seis seguem foragidas.

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