Mulher se passa por agente de saúde e tenta levar bebê de um mês em Sapiranga

Suspeita convenceu mãe a entrar em carro de aplicativo sob pretexto de cadastro em UPA; motorista desconfiou e acionou a Brigada Militar

27 ago 2026 - 11h35
Resumo
A Brigada Militar interceptou uma mulher suspeita de tentar sequestrar um bebê de um mês em Sapiranga (RS). Ela se passou por agente de saúde e convenceu a mãe a acompanhá-la em um carro de aplicativo sob o pretexto de realizar um cadastramento. Desconfiado das contradições da passageira durante a viagem, o motorista acionou a polícia pelo 190. O caso foi registrado na Polícia Civil, que investiga usurpação de função pública e tentativa de subtração de incapaz ou sequestro.

Uma ocorrência com suspeita de tentativa de sequestro de um recém-nascido mobilizou a Brigada Militar na tarde de quarta-feira (26), no município de Sapiranga, no Vale do Sinos. Uma mulher compareceu à residência de uma família alegando ser profissional da área da saúde e afirmou que realizaria um procedimento de cadastramento vinculado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) local.

Foto: Freepik / ilustrativa / Porto Alegre 24 horas

A falsa agente de saúde convenceu a mãe a acompanhá-la com o bebê, de apenas um mês de vida, e ambas embarcaram em um veículo de transporte por aplicativo com destino a outro ponto da cidade, onde supostamente aguardariam um carro oficial da Prefeitura de Sapiranga.

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Durante o trajeto, o motorista de aplicativo percebeu contradições na conversa e na postura da mulher, desconfiou do procedimento e acionou a Brigada Militar pelo telefone 190. Uma guarnição interceptou as partes no ponto de desembarque indicado para averiguar a denúncia.

Ao ser questionada pelos policiais, a mulher apresentou dados contraditórios sobre sua real identidade e não soube justificar de maneira coerente a razão do deslocamento com a mãe e a criança.

Diante dos fatos, todos os envolvidos foram levados inicialmente para avaliação na UPA de Sapiranga e, na sequência, encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. A ocorrência foi formalizada para apurar os crimes de usurpação de função pública e tentativa de subtração de incapaz ou sequestro.

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