Mulher é assassinada a facadas em Caxias do Sul e suspeitos são presos com dedo da vítima

Corpo de jovem de 32 anos foi achado em matagal; polícia encontrou parte mutilada dentro de veículo e apura se corte visava desbloquear celular ou aplicativos

6 out 2026 - 10h41
Resumo
Uma mulher de 32 anos foi morta a facadas nesta segunda-feira (5), em Caxias do Sul, e teve o corpo ocultado em uma mata. Após denúncias sobre um GM Astra preto visto no local, a Brigada Militar prendeu dois suspeitos em ações distintas. Durante a revista veicular, a polícia encontrou um dedo da vítima, e a principal suspeita é de que o membro tenha sido decepado para desbloquear aparelhos celulares. A motivação do homicídio segue sob investigação da Polícia Civil.

Uma mulher de 32 anos foi morta a facadas e teve o corpo localizado por volta das 15h40 desta segunda-feira (5), em uma área de vegetação situada entre os bairros Diamantino e Jardim das Hortênsias, nas proximidades da Rua Manoel Pedrotti, em Caxias do Sul.

Foto: Freepik / ilustrativa / Porto Alegre 24 horas

Conforme o relato de uma testemunha, dois homens e uma mulher chegaram ao endereço em um automóvel GM Astra preto. Momentos depois, gritos foram ouvidos e a testemunha se deslocou até a mata, onde encontrou o cadáver da vítima escondido entre as plantas.

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Com as informações do automóvel, a Brigada Militar iniciou buscas pela região e conseguiu localizar o veículo. Durante as ações, os policiais prenderam dois homens em locais diferentes e os conduziram à Central de Polícia Civil.

Na revista feita no interior do Astra, os agentes encontraram um dedo pertencente a uma das mãos da vítima. O material foi recolhido pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP) para exames periciais.

A principal linha inicial de investigação apura se a mutilação foi realizada na tentativa de destravar algum aparelho celular ou aplicativo, possibilidade que ainda aguarda confirmação oficial dos órgãos de segurança. A motivação do homicídio não foi determinada, e a Polícia Civil apura o caso sem descartar nenhuma linha de investigação.

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