Casal de idosos morre carbonizado em incêndio residencial no interior de Toropi

Leopoldina e Alvis Stainhaus, ambos de 76 anos, foram encontrados sem vida dentro do imóvel; polícia apura se chamas começaram por falha elétrica ou botijão de gás

10 set 2026 - 11h22
Resumo
Um casal de idosos de 76 anos, Leopoldina e Alvis Stainhaus, morreu carbonizado após um incêndio consumir sua casa de madeira na noite de quarta-feira (9), na zona rural de Toropi. Bombeiros encontraram os corpos durante o rescaldo. A Polícia Civil e o Instituto-Geral de Perícias investigam as causas da tragédia; embora vizinhos relatem a explosão de um botijão de gás, a principal suspeita preliminar é de pane na rede elétrica antiga do imóvel.

Um casal de idosos de 76 anos morreu após um incêndio consumir a casa onde morava na noite de quarta-feira (9), na localidade de Linha Cortume, zona rural do município de Toropi, na Região Central do Estado. As vítimas foram identificadas formalmente pelas autoridades policiais como Leopoldina Stainhaus e Alvis Stainhaus.

Foto: Divulgação / Porto Alegre 24 horas

O sinistro teve início por volta das 20h, mobilizando equipes do Corpo de Bombeiros e da Brigada Militar até a propriedade. Durante o combate às chamas e o trabalho de rescaldo, os bombeiros localizaram dois corpos carbonizados entre os escombros da residência de madeira. A confirmação de que se tratava do casal de proprietários veio logo após a constatação de que nenhum dos dois havia conseguido escapar do imóvel.

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Agentes da Polícia Civil compareceram ao endereço durante a noite para realizar o levantamento fotográfico preliminar e acompanhar a remoção dos corpos para exame de necropsia. Em razão da falta de iluminação adequada na área rural, os trabalhos periciais mais detalhados do Instituto-Geral de Perícias (IGP) foram programados para a luz do dia nesta quinta-feira (10).

Segundo o delegado titular da Delegacia de Polícia de São Pedro do Sul, Geovani Lovatto, vizinhos relataram ter ouvido o barulho de uma explosão de botijão de gás durante a ocorrência. Contudo, a investigação considera provável que o rompimento do botijão tenha ocorrido em um segundo estágio, após o início das chamas, não descartando uma pane na fiação elétrica do imóvel, que contava com mais de 30 anos e apresentava sinais de desgaste. O laudo técnico pericial apontará as causas determinantes da tragédia.

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