Argentina afirma que pagou R$ 20 mil por milho na praia de Copacabana em golpe do PIX

29 jan 2026 - 16h26
Argentina afirma ter levado golpe de R$ 20 mil ao comprar milho na praia de Copacabana
Argentina afirma ter levado golpe de R$ 20 mil ao comprar milho na praia de Copacabana
Foto: Reprodução/Globo e Freepik

Uma turista argentina, identificada como María Cristina Gómez Aguillar, procurou a polícia após relatar que foi vítima de um golpe do PIX enquanto caminhava pela orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O caso ocorreu no último domingo (25), quando ela tentou pagar R$ 20 por um milho comprado de um vendedor ambulante, mas acabou tendo R$ 20 mil transferidos por meio de PIX.

Segundo o relato, a mulher não fala português e pediu ajuda ao ambulante para concluir a transação no aplicativo de pagamento. O próprio vendedor teria digitado o valor no celular da turista. A vítima só percebeu o prejuízo ao conferir o extrato da conta momentos depois, já longe do local da compra.

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O comprovante da operação bancária confirma a transferência no valor de R$ 20 mil. Em depoimento, María Cristina Gómez Aguillar afirmou que teve dificuldades para entender os números apresentados no aplicativo, o que facilitou a ação fraudulenta.

“Não falo português e não entendo bem os números. Ele se ofereceu para me ajudar, digitou o valor e disse que estava tudo certo. Só quando verifiquei o extrato percebi que quase todo o dinheiro tinha desaparecido”, relatou a turista em vídeo exibido no "RJTV", na TV Globo.

Ainda de acordo com María Cristina, o valor transferido correspondia praticamente a toda a quantia que ela havia reservado para passar as férias no Rio de Janeiro. Abalada, a turista afirmou que a situação comprometeu completamente a viagem.

“Fiquei muito assustada. Eram apenas R$ 20, mas ele colocou R$ 20 mil. Aproveitou-se do fato de eu não falar português. Até agora não tive retorno da polícia e não sei como isso vai se resolver”, disse.

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A vítima registrou um boletim de ocorrência e aguarda o andamento do caso. Em nota, a Polícia Civil informou que a investigação está sob responsabilidade da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) e que diligências estão em curso para identificar o autor do crime.

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