Brasil não permitirá que inimigos internos ou externos interfiram nas eleições, diz Lula na ONU

22 set 2026 - 11h43
Resumo
Na Assembleia Geral da ONU, o presidente Lula afirmou que o Brasil não permitirá interferências de inimigos internos ou externos nas eleições gerais. Ele defendeu a solidez e a transparência do sistema eleitoral brasileiro e garantiu que o pleito será competitivo. Lula destacou ainda que todos os candidatos têm liberdade de expressão, mas criticou adversários que abusam desse direito para se alinhar a interesses estrangeiros contrários à soberania e à democracia do país.

O ‌Brasil não permitirá que "inimigos da democracia, internos e externos" interfiram nas eleições brasileiros e atentem contra ⁠a vontade do povo ‌brasileiro, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula ‌da Silva em ‌discursa na Assembleia ⁠Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira.

Dias antes do primeiro turno das eleições gerais, em 4 de ‌outubro, Lula fez uma ‌defesa ⁠do ⁠sistema eleitoral brasileiro e afirmou que ⁠todos ‌os ‌candidatos têm liberdade de expressão no Brasil, mas afirmou que alguns a ⁠utilizam para se associar a interesses estrangeiros contrários ao país.

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"Teremos um ‌pleito transparente e competitivo, em que todos os candidatos ⁠desfrutam da mais ampla liberdade de expressão. Sabemos que alguns abusam dessa liberdade para se associar a interesses estrangeiros contrários ao país", afirmou.

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