Entre os airbags da Takata e os motores PureTech e BlueHDi, o grupo Stellantis tem enfrentado uma série de grandes problemas de confiabilidade com seus carros nos últimos meses. Embora não seja totalmente responsável pelas más escolhas técnicas feitas por seu fornecedor de airbags na época, o grupo franco-ítalo-americano está diretamente implicado no projeto, em última análise, pouco confiável de dois motores que agora são extremamente comuns dentro do grupo.
Esse uso generalizado complica a gestão pós-venda, principalmente com o notório motor PureTech, cuja falha total não é incomum.
Já adotado por grande parte das marcas europeias da Stellantis, seria de se esperar que fosse implementado em todos os modelos de pequeno e médio porte nos próximos anos, principalmente na Fiat, Alfa Romeo e Jeep, que ainda usam motores herdados da era Fiat-Chrysler, antes da fusão com a Peugeot-Citroën em 2021. Essa, pelo menos, era a decisão que Carlos Tavares havia tomado quando estava à frente do grupo.
Uma reviravolta na história do motor do FireFly/GSE
Mas, contrariando todas as expectativas, seu sucessor, Antonio Filosa, acaba de revelar um plano bem diferente. Em uma mesa-redonda no Ministério da Empresa e do Made in Italy da Itália, Emanuele Cappellano, CEO da Stellantis Europe, teria anunciado que "investirá no futuro dos motores GSE para garantir sua utilização além de 2030". Em termos concretos, os motores de 1.0 litro e 3 cilindros e os motores turbo de 1.3 e 1.5 litros e 4 cilindros, ...
Matérias relacionadas
Após 2 anos de espera, o Waze finalmente está ativando seus principais novos recursos nas ruas