O Hyundai HB20 lidera os roubos e furtos na Grande São Paulo em 2026, seguido por Ford Ka e Chevrolet Onix. Segundo a Ituran e a SSP-SP, houve 25.065 ocorrências de janeiro a julho — queda de 13,3% sobre 2025 —, sendo 87,5% furtos, com foco em carros com mais de cinco anos e no período noturno. A capital concentrou 16.682 casos, liderados pelo bairro da Penha, enquanto Guarulhos foi o município vizinho mais afetado.
O Hyundai HB20 lidera o ranking dos carros mais roubados e furtados da Região Metropolitana de São Paulo em 2026. Um levantamento da Ituran Brasil, elaborado com dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), identificou 25.065 ocorrências entre janeiro e julho deste ano.
Apesar do número elevado, os registros apresentaram queda de 13,3% em comparação ao mesmo período de 2025, quando ocorreram 28.896 casos. O estudo também revelou que 87,5% das ocorrências envolveram furtos, enquanto 12,5% corresponderam a roubos.
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O HB20 permaneceu na primeira posição, com 1.213 ocorrências, seguido pelo Ford Ka, com 1.087, e pelo Chevrolet Onix, com 916. Os três modelos também ocupavam as primeiras colocações no levantamento anterior.
Entre as mudanças em relação a 2025, o Renault Kwid e o Jeep Renegade passaram a integrar a lista, substituindo o Volkswagen Fox e a Fiat Strada. A Fiat aparece com três veículos no ranking, enquanto a Chevrolet possui dois representantes.
Outro dado importante envolve a idade dos automóveis. Dos casos registrados, 18.622 tiveram como alvo veículos com mais de cinco anos de fabricação. O levantamento também aponta maior concentração de ocorrências durante a noite, seguida pelo período da tarde.
Quais regiões de São Paulo registram mais casos?
A capital paulista concentrou 16.682 ocorrências nos sete primeiros meses de 2026. Entre os bairros, a Penha liderou com 428 registros, seguida pelo Ipiranga, com 419, e pela Vila Mariana, com 412. Vila Matilde e Tatuapé completaram as cinco primeiras posições.
Fora da capital, Guarulhos apareceu em segundo lugar entre os municípios da Região Metropolitana, com 1.303 casos. Santo André e Osasco também ultrapassaram a marca de mil registros no período analisado.