Vissotto confirma lesão no adutor e já cogita hipótese de desfalque

8 ago 2012 - 12h20
(atualizado às 12h25)
Celso Paiva
Direto de Londres

"Nota negativa" da tranquila vitória da Seleção Brasileira masculina de vôlei sobre a Argentina, pelas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Londres, como classificou o técnico Bernardinho, a lesão do oposto Leandro Vissotto preocupa a comissão técnica para a continuidade da competição. Nesta quarta-feira, depois do resultado positivo por 3 a 0, o jogador admitiu que a forte dor que o tirou do confronto ainda no primeiro set pode prejudicar o futuro na competição.

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"Senti uma dor muito forte quando fui atacar no adutor da coxa (direita), agora vamos fazer o exame para esclarecer o grau da lesão. Não sei, mas com certeza, se tiver a mínima possibilidade de estar em quadra, vou jogar", garantiu o jogador, que deixou a quadra abatido com a possibilidade de perder a fase semifinal (e, consequentemente, uma decisão por medalha) por conta do ocorrido.

"Bateu uma decepção enorme, são quatro anos que estou aqui esperando por este momento, não quero pensar o pior, mas vou esperar os exames para ver se terei condições", disse o oposto, que já enfrentou graves problemas físicos nesta temporada.

Em abril de 2012, o oposto sofreu o maior susto da carreira. Durante uma partida pelo Cuneo (Itália), o jogador passou mal e recebeu um duro diagnóstico: uma arritmia cardíaca. No Brasil semanas depois, passou por um cateterismo e precisou permanecer um pequeno período fora das quadras, que, no final das contas, não prejudicou sua convocação para os Jogos.

Após o problema com Leandro Vissotto, o Brasil ainda sofreu mais um susto no compromisso diante dos argentinos. O ponta Dante se chocou com um adversário e precisou receber atendimento médico. "Na hora que fui atacar, um argentino invadiu a quadra e tocamos joelho com joelho. Foi bem no ponto que estou sentindo mais dor, mas deu para segurar", comemorou o jogador, que, contudo, se mostrou mais confiante que o companheiro.

"Agora no jogo o Bruno deu uma segurada e não levantou tanto para mim. O importante é ver como vou me sentir quando a adrenalina baixar, mas posso de garantir que é uma pequena dor, nada muito grave", ratificou o ponteiro da Seleção Brasileira.

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O brasileiro iniciou o tratamento colocando gelo na região da lesão
O brasileiro iniciou o tratamento colocando gelo na região da lesão
Foto: Marcelo Pereira / Terra
Fonte: Terra
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