Thaisa busca hoje a marca de 1500 bloqueios na Superliga

17 out 2026 - 12h20
(atualizado às 12h20)
Resumo
A central Thaisa, do Gerdau Minas, pode alcançar a marca histórica de 1.500 bloqueios na Superliga feminina de vôlei neste sábado, precisando de apenas um ponto contra o Brusque, em Belo Horizonte. Aos 39 anos e dona de oito títulos no torneio, a multicampeã olímpica destacou que prioriza a performance coletiva aos recordes individuais e elogiou o trabalho do novo técnico da equipe, Leandro Vissotto, ressaltando sua visão moderna e a empatia de quem já vivenciou as quadras como atleta profissional.

Neste sábado (17/10), a central Thaisa, do Gerdau Minas, pode chegar à marca de 1.500 bloqueios na Superliga feminina de vôlei. Para isso, basta apenas um ponto. A equipe mineira abre a temporada 26/27 da competição enfrentando o Brusque, a partir das 18h30, diante de sua torcida, na Arena UniBH, em Belo Horizonte. O Sportv 2 transmite o jogo.

Foto: Jogada10

"É uma longa trajetória de muitos anos. Hoje eu fico pensando que poderia ser mais, poderia ser melhor… O que eu poderia fazer na academia, nos treinos para aprimorar e não pensando em buscar o número 1.500. Penso muito mais na performance no geral. Sempre me cobrei muito e vou continuar me cobrando para fazer mais dentro de quadra a cada jogo. Meu pensamento é o que eu posso fazer para aprimorar e ajudar o time", disse Thaisa.

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Aos 39 anos, a central bicampeã olímpica (Pequim-2008 e Londres-2012) e bronze em Paris-2024, soma oito títulos na Superliga, sendo três com o Rexona-Ades e com o Minas, e dois com Osasco. Das cinco taças conquistadas pelo time mineiro na competição, Thaisa participou das três últimas: 20/21, 21/22 e 23/24.

"Me sinto feliz e muito grata por poder fazer o que tanto amo, em um clube que me acolhe, cuida de mim e, acima de tudo, me respeita", ressaltou a jogadora.

Novo comandante

A capitã do Gerdau Minas também fez uma análise sobre o trabalho que vem sendo feito por Leandro Vissotto, que assumiu o comando da equipe nesta temporada.

"Estou gostando muito. Um olhar mais à frente, baseado em estudos, em dados e em fatos. Assim é a forma de trabalho do Vissotto. Ele, como ex-atleta, entende o nosso lado e tem uma visão muito mais ampla de como nos sentimos e como funciona para nós porque já esteve aqui recentemente. Mas ele traz um vôlei moderno, focando no que realmente vem funcionando no voleibol mundial".

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