Nos últimos dias, circulou a informação de que o atacante uruguaio Rodrigo Aguirre, de 31 anos, atualmente no Tigres, do México, teria sido oferecido ao Vasco da Gama. Segundo informações divulgadas inicialmente pela Agência RTI, a direção do clube mexicano teria a intenção de emprestar o atleta sem custos, contanto que o clube interessado assumisse integralmente os seus salários de cerca de R$ 630 mil mensais.
A publicação ainda mencionava que o jogador priorizava o futebol da América do Sul, com foco no futebol brasileiro, e que o Vasco buscava um novo camisa nove, após o desempenho insatisfatório de Claudio Spinelli na derrota por 3 a 1 para o Vitória.
No entanto, a especulação sobre a negociação foi completamente desmentida. O jornalista Linniker Biondi informou que a notícia de que Rodrigo Aguirre foi oferecido ao Cruzmaltino não procede. Em contato direto com os representantes do atleta uruguaio, o profissional confirmou que o jogador possui um longo contrato no futebol mexicano (válido até junho de 2029) e não deve deixar o Tigres neste momento.
Vale destacar que Rodrigo Aguirre acumula convocações e participação na Copa do Mundo pela Seleção do Uruguai, tendo sido inclusive titular no empate por 1 a 1 contra a Arábia Saudita na fase de grupos. Em 2025, ele disputou 21 partidas, anotando cinco gols e três assistências. Revelado pelo Liverpool do Uruguai, ele soma passagens por equipes italianas como Empoli, Udinese e Perugia, além de ter jogado pelo Lugano, da Suíça, e pela LDU, do Equador.
No futebol brasileiro, o atleta defendeu o Botafogo na temporada de 2018, clube onde teve passagem apagada com apenas um gol marcado. No México, também vestiu as camisas do Necaxa, Monterrey e América.
Recentemente, Aguirre esteve envolvido em uma situação controversa no início da temporada 2026/27 do futebol mexicano. Na derrota do Tigres por 3 a 1 contra o Tijuana, ele foi expulso após o árbitro de vídeo (VAR) flagrá-lo colocando a mão na frente da boca enquanto discutia com Gómez, atleta adversário. A expulsão seguiu a nova determinação da FIFA, conhecida como "Lei Vini Jr.", implementada para coibir atitudes antidesportivas mascaradas e evitar casos de racismo.