Após vencer o Vasco por 3 a 1 no Maracanã e garantir vaga na final da Sul-Americana, o Boca Juniors usou as redes sociais para provocar o rival. O clube argentino publicou a frase "no final, o Vasco passou" acompanhada da foto de seu treinador, Rodolfo Arruabarrena. A ironia aproveitou o trocadilho com o histórico apelido do técnico boquense, chamado de "Vasco" desde os tempos de atleta devido à sua ascendência familiar ligada ao País Basco e à complexidade de seus sobrenomes de origem.
Com um misto de imponência e frieza, o Boca Juniors reverteu o cenário na semifinal da Sul-Americana contra o Vasco e, com uma vitória por 3 a 1, no Maracanã, se colocou na decisão continental. Tudo isso atuando em um Maracanã completamente tomado, em sua maioria, pelo torcedor vascaíno.
Com tantos elementos de dificuldade, a representação argentina não deixou de "cutucar" seu adversário nas redes sociais logo depois do término do confronto. Através do uso, inclusive, de uma irônica coincidência entre o nome do oponente e o apelido do técnico Rodolfo Arruabarrena.
"Tchê, no final, o Vasco passou", escreveu o Boca em seu perfil oficial. Todavia, usando uma foto de seu treinador e não uma referência ao clube brasileiro.
O apelido dado ao comandante boquense tem explicação que mistura a relação familiar com uma espécie de comodidade para quem teve os primeiros contatos com ele no futebol. Isso porque Rodolfo tem pai e mãe com ascendência do País Basco, motivadores de seus sobrenomes Haristeguy e Arruabarrena.
Deste modo, além da origem étnica que provêm, principalmente, da migração do bisavô paterno para a Argentina, outro ponto foi determinante para o apelido. Com a extensão e pronúncia particular do seu sobrenome, o apelido de Vasco (Basco, na tradução literal para o português) acabou "pegando" desde os tempos de atleta e se sustenta até hoje.
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