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Sem vacina, Djokovic não poderá competir em Roland Garros

Só vacinados poderão participar do Grand Slam francês

17 jan 2022 08h14
| atualizado às 08h31
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Djokovic foi deportado da Austrália por não justificar a ausência de vacinação
Djokovic foi deportado da Austrália por não justificar a ausência de vacinação
Foto: EPA / Ansa - Brasil

O governo da França informou que todas as pessoas envolvidas na disputa de Roland Garros, incluindo atletas, deverão estar vacinadas contra a Covid-19. A medida será uma barreira para o tenista Novak Djokovic, que ficou de fora do Aberto da Austrália por não ter se imunizado.

A decisão das autoridades do país europeu chega pouco tempo depois da ministra do Esporte da França, Roxana Maracineanu, ter confirmado que os tenistas poderiam competir mesmo que não estivessem imunizados contra o novo coronavírus.

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"O certificado de vacinação foi adotado. Assim que a lei for promulgada, será obrigatório apresentá-lo para entrar em locais públicos já sujeitos ao passe (estádio ou teatro) e valerá para todos os espectadores, atletas e funcionários franceses ou estrangeiros", declarou Maracineanu.

A medida do governo local impactará diretamente o sérvio Djokovic, que corre sérios riscos de ficar de fora do Grand Slam francês. A competição está marcada para começar em 22 de maio.

Tenista número 1 do mundo, Djokovic foi deportado da Austrália por não justificar a ausência de vacinação contra a Covid-19. Com isso, o sérvio ficou impedido de disputar o Aberto da Austrália.

A Corte Federal australiana rejeitou um recurso para impedir a anulação do visto de entrada do sérvio no país. Sem vacina contra a doença, Djokovic não comprovou o motivo médico que o dispensasse da imunização. .

   

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