Santos chega a sete transfer bans e acumula novas cobranças na Fifa

Novas punições somam R$ 875 mil, enquanto outras disputas mantêm pressão sobre as finanças do Peixe

13 out 2026 - 15h32
(atualizado às 15h33)
Resumo
O Santos atingiu sete transfer bans na Fifa após receber três novas punições ligadas ao mecanismo de solidariedade, somando R$ 875 mil. As sanções se juntam a outras quatro dívidas de R$ 15 milhões referentes à comissão de Pedro Caixinha, impedindo o registro de atletas. O clube ainda arrisca novas sanções por cobranças do Al-Markhiya (R$ 2,2 milhões), além de processos nacionais movidos por Cruzeiro (R$ 1 milhão) e Cuiabá (R$ 19 milhões), ameaçando gravemente o planejamento do seu elenco.
Multas relacionadas à antiga comissão técnica chegam a cerca de R$ 15 milhões –
Multas relacionadas à antiga comissão técnica chegam a cerca de R$ 15 milhões –
Foto: Divulgação/Santos FC / Jogada10

O Santos chegou a sete transfer bans na Fifa após receber três novas punições por falta de pagamento do mecanismo de solidariedade ligado a três jogadores. As cobranças somam 175 mil dólares, aproximadamente R$ 875 mil. Com isso, o clube amplia a lista de pendências que podem afetar seu planejamento para contratar e registrar atletas.

As novas sanções se somam a outras quatro aplicadas na semana passada. Na ocasião, a entidade puniu o Peixe por dívidas relacionadas à saída do técnico Pedro Caixinha e de três integrantes de sua comissão que envolvem cerca de R$ 15 milhões.

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Multas relacionadas à antiga comissão técnica chegam a cerca de R$ 15 milhões –
Foto: Divulgação/Santos FC / Jogada10

Outras disputas ampliam o passivo do Santos

O impacto esportivo varia conforme cada decisão. Em alguns processos, o Peixe não pode registrar reforços durante as próximas três janelas de transferências; em outros, a restrição termina quando o clube quita o débito. Dessa forma, a regularização das pendências se tornou um ponto importante para a montagem do elenco nas próximas temporadas.

Além disso, o Santos pode receber uma nova punição em uma disputa com o Al-Markhiya, do Catar. O clube cobra R$ 2,2 milhões pelo empréstimo do atacante Yusupha Nije e pela rescisão antecipada do acordo. Assim, a cobrança reúne 350 mil euros pelo empréstimo e outros 50 mil euros pelo encerramento do contrato.

O Alvinegro Praiano também responde a duas cobranças na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), ligada à CBF. O Cruzeiro exige cerca de R$ 1 milhão pela compra definitiva do zagueiro Zé Ivaldo. Já o Cuiabá cobra cerca de R$ 19 milhões pela negociação do defensor Joaquim e pelo repasse de valores ligados à venda do jogador.

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