O empate em 1 a 1 entre o Remo e o Monte Roraima, neste domingo (29), no estádio Baenão, pela Copa Norte, ampliou o jejum que já dura 24 anos sem vencer partidas no torneio.
Além do retrospecto negativo, a sequência sem vitórias evidencia dificuldades recorrentes do clube em transformar sua tradição em resultados dentro de campo nesse contexto.
Jogando em casa diante do Monte Roraima, adversário visto como tecnicamente inferior, o Leão não conseguiu impor superioridade e acabou deixando escapar mais uma oportunidade de encerrar o longo tabu.
Antes do empate, a equipe já havia sido derrotada fora de casa por um adversário de Rondônia na estreia, o que reforça a percepção de um início de campanha abaixo das expectativas.
Mesmo sendo um clube de tradição e com um título de Copa Norte no currículo, o desempenho do Remo na competição ao longo dos anos não acompanha o peso da camisa, levantando dúvidas sobre a forma como o torneio vem sendo encarado ao longo dos anos.
Embora não tenha o mesmo prestígio de outras competições nacionais, a Copa Norte representa uma oportunidade concreta de conquista e afirmação regional, algo que, segundo as críticas, não pode ser negligenciado.
O novo tropeço em casa intensifica a pressão sobre elenco e comissão técnica, além de gerar insatisfação entre os torcedores, que esperavam uma resposta imediata após a derrota na estreia.