A bruxa anda solta entre os jogadores faltando pouco mais de um mês para as disputas da Copa do Mundo 2026, que vai acontecer nos Estados Unidos, Canadá e México. E da Seleção brasileira, dois deles já estão fora como são os casos de Rodrygo, se recuperando de uma ruptura no ligamento cruzado anterior (LCA) e no menisco do joelho direito e Eder Militão, que fez cirurgia para tratar uma ruptura no tendão do bíceps femoral da perna esquerda.
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Estevão se recupera de uma lesão muscular de grau quatro na posterior da coxa direita; Raphinha se contundiu no bíceps femoral da coxa direita e o goleiro Alisson se recupera de uma lesão muscular na coxa direita.
Ao longo da história dos mundiais outros jogadores brasileiros viveram esse mesmo drama de serem cortados às vésperas do torneio. Esses cortes costumam ganhar grande repercussão, especialmente quando envolvem titulares, líderes do elenco ou nomes consagrados.
Ausências
Em 1950, o atacante Tesourinha se lesionou pouco antes do início da Copa, que foi realizada no Brasil. Em 1982, o camisa 9 Careca sofreu uma lesão muscular na coxa pouco antes da estreia da seleção na Espanha.
Já em 1994, o zagueiro Mozer foi cortado às vésperas do Mundial nos Estados Unidos. Em seu lugar foi Márcio Santos. No mesmo ano, outro drama envolveu um zagueiro: Ricardo Gomes. Capitão lesionou-se próximo à estreia e Ronaldão o substituiu.
No ano do penta, em 2002, foi a vez de Emerson. Ele seria o capitão do pentacampeonato, mas rompeu o ombro em um rachão na véspera da estreia e foi jogando improvisado como goleiro; Ricardinho foi chamado em seu lugar. O volante Edmílson sofreu lesão no joelho antes da Copa da Alemanha, em 2006, e Mineiro foi em seu lugar.
O lateral-dreito Daniel Alves machucou o joelho atuando pelo PSG antes da convocação final e ficou fora da Copa da Rússia, em 2018.
Por duas vezes, em 1998 e 2002, Romário esteve perto de disputar a Copa do Mundo, mas foi preterido. Em 1998, chegou à preparação lesionado e a expectativa é que se recuperasse durante o torneio, mas a comissão técnica liderada por Zagallo e Zico o cortou, o que se tornou um dos episódios mais polêmicos envolvendo a seleção.
Em 2002, o Baixinho não chegou a ser convocado pelo técnico Luiz Felipe Scolari para a lista final. Nesse caso, não foi um "corte", sua ausência costuma ser lembrada junto à de 1998 como um dos maiores casos de craque fora da Copa em grande fase.
Ficaram no quase
Muitos jogadores eram bem cotados, mas acabaram ficando fora na reta final dos Mundiais, como são os casos de Zé Maria e Nunes , em 1978. Ambos se contundiram na preparação para a Copa da Argentina. Eles foram substituídos por Nelinho e Roberto Dinamite.
Toninho Cerezo foi cortado por lesão durante o ciclo da Copa do México e Valdo foi em seu lugar, em 1986. Em 2006 foi a vez de Ricardo Oliveira sentir o gosto amargo. O atacante sofreu lesão perto do início da Copa da Alemanha e perdeu a oportunidade de disputar o Mundial.