Mãe de Eliza Samudio ainda não recebeu passaporte da filha achado em Portugal

Brasileiro que mora em Lisboa encontra documento da modelo há pouco mais de 15 dias em estante de apartamento que reside

17 jan 2026 - 10h32
Possível caso com Cristiano Ronaldo seria razão de visitas de Eliza Samudio à Portugal –
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Foto: Arquivo pessoal / Jogada10

A mãe de Eliza Samudio, Sônia Fátima Moura, não teve qualquer informação da localização exata do passaporte da filha. Em pouco mais de 15 dias, que um brasileiro, residente de Lisboa encontrou o documento. Inclusive, a sinalização era que estava sob a posse do Consulado Geral do Brasil na capital portuguesa. 

De acordo com relato de Sônia, ela não recebeu qualquer tipo de contato para comunicá-la de um período para enviá-la o passaporte ou até mesmo rastreá-lo. Após a descoberta do documento, um site de notícias recebeu a informação antes mesmo do que a família de Eliza.

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"Assim como recebi, anos depois, os pertences da minha filha e umas fotos queimadas do Bruninho ainda bebê, espero receber o documento e guardá-lo comigo", indicou a mãe de Eliza Samudio. 

Posteriormente, Sônia ressaltou o seu incômodo com a exposição da imagem da  sua filha de forma inconsequente. 

"Minha filha está morta. E essa é uma frase que nenhuma mãe deveria repetir todos os dias para si mesma. Ela carrega uma saudade que aperta o peito, que sufoca, que nunca descansa. Minha filha tinha uma história, sonhos, um sorriso, e não pode ser reduzida a uma manchete fria", desabafou. 

Mãe de Eliza Samudio desconfia da narrativa 

Sônia não garantiu que se trata de um passaporte verdadeiro e argumentou que há muitas situações ainda sem explicação na história, que ganhou repercussão no dia 5 de janeiro. Anteriormente, a família pensava que os documentos de Eliza Samudio deixaram de existir ao serem queimados após o seu assassinato.  

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Foto: Arquivo pessoal / Jogada10

Um brasileiro aponta que encontrou o passaporte no meio de vários livros em uma estante no local onde mora. A mãe de Eliza Samudio prefere uma postura em que predomina o silêncio neste período. Além disso, indicou que cobrará das autoridades as respostas que faltam e envolvem o documento. 

O sumiço da modelo ocorreu em junho de 2010. Aliás, segundo inquérito da Polícia Civil do Rio, o goleiro Bruno Fernandes, que defendia o Flamengo foi o mandante do seu assassinato. Por sinal, na época Eliza já estava grávida do arqueiro. 

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