Leila Pereira, presidente do Palmeiras, alcançou o posto de 15ª mulher mais rica do Brasil segundo a Forbes, ocupando o 81º lugar no ranking geral de bilionários do país em 2026. Com um patrimônio de R$ 4,9 bilhões — crescimento de 11,4% em relação ao ano anterior —, sua fortuna advém de negócios com o marido na Crefisa e na Faculdade das Américas. A lista nacional de bilionários é liderada por Eduardo Saverin, enquanto Vicky Safra e família encabeçam o ranking entre as mulheres.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, é a 15ª mulher mais rica do Brasil. De acordo com ranking divulgado pela revista Forbes nesta sexta-feira, 28, a dirigente do clube possui uma fortuna de R$ 4,9 bilhões, o que a coloca na lista dos 250 maiores bilionários do País em 2026. No ano passado, Leila ocupava o 42º lugar na lista, com um montante de R$ 4,4 bilhões. De 2025 para cá, a presidente do clube alviverde teve um aumento de 11,4% em seu patrimônio.
A fortuna de Leila está ligada aos negócios que mantém com o marido, José Roberto Lamacchia. Os dois são donos da Crefisa, empresa de crédito pessoal para negativados, e também investem no setor de educação, com a Faculdade das Américas (FAM), fundada em 1998.
As empresas chegaram a patrocinar o Palmeiras durante uma década, mas encerraram a parceria com o clube no fim de 2024. A relação com o futebol, porém, continuou por meio da atuação de Leila na presidência.
Leila aparece entre nomes de destaque no ranking da Forbes
Na lista geral, no 81º lugar, Leila está atrás de outros empresários de grande patrimônio. Eduardo Saverin, brasileiro cofundador do Facebook, ocupa a liderança do ranking, com uma fortuna estimada em R$ 162,9 bilhões.
Saverin também possui ligação com o futebol. O Liverpool, da Inglaterra, oficializou a venda de 30% de suas ações à 1892 Holdings, consórcio liderado e administrado pelo empresário britânico Amit Bhatia. O grupo conta ainda com a participação de Jeff Bezos, CEO da Amazon, e de Saverin.
Entre as mulheres brasileiras, Leila aparece atrás de nomes como Vicky Sarfati Safra e família, do Banco Safra, que lidera a relação com R$ 130,6 bilhões. Luana Lopes Lara, da Kalshi, ocupa a segunda posição, com R$ 13,4 bilhões, enquanto Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela, do Itaú Unibanco, aparece em terceiro, com R$ 11,9 bilhões.
A Forbes considera diferentes fontes para apontar as fortunas, tendo como principal referência as ações listadas em bolsa, com base na cotação de fechamento de 30 de junho de 2026. Os dados utilizados são públicos, oficiais e auditados.
A publicação ressalta, porém, que os patrimônios podem estar subestimados por considerar apenas informações públicas. Na maioria dos casos, itens como imóveis, obras de arte, aviões e embarcações não entram no cálculo, exceto quando o participante fornece dados confiáveis sobre esses bens.
O patrimônio de familiares também pode ser consolidado ou separado, de acordo com os critérios utilizados no levantamento.