CBF poderia aplicar punição expressiva ao Palmeiras se seguisse padrão da FIFA

17 out 2026 - 21h00
Resumo
Caso a CBF seguisse o Código Disciplinar da FIFA para a Copa de 2026, o Palmeiras acumularia mais de R$ 3,3 milhões em multas por seus 65 cartões amarelos nas primeiras 30 rodadas do Brasileirão. A entidade máxima do futebol prevê punição de US$ 10 mil por advertência, além de sanções mais duras para expulsões. Contudo, o valor representa apenas uma simulação teórica, já que o torneio nacional adota critérios próprios, baseados em suspensões automáticas e sem a cobrança financeira generalizada.

O acúmulo de cartões amarelos no Campeonato Brasileiro poderia representar um prejuízo financeiro milionário para os clubes caso a CBF adotasse o mesmo modelo de multas previsto pela FIFA para a Copa do Mundo de 2026.

Foto: Cesar Greco/Palmeiras / Gávea News

O Palmeiras, por exemplo, acumulou 65 cartões amarelos nas primeiras 30 rodadas do Brasileirão, conforme os dados da tabela oficial da CBF consultados antes da 31ª rodada. Se cada advertência tivesse o mesmo custo estabelecido pela entidade máxima do futebol, o clube paulista enfrentaria uma cobrança superior a R$ 3 milhões.

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O Código Disciplinar da FIFA de 2026 estabelece uma multa de US$ 10 mil por cartão amarelo na Copa do Mundo masculina. Aplicando esse valor às 65 advertências do Palmeiras, o total chegaria a US$ 650 mil.

Convertido para a moeda brasileira, o montante seria de aproximadamente R$ 3,3 milhões, considerando a cotação de R$ 5,08 por dólar.

Além das advertências, o regulamento da FIFA também prevê multas de US$ 15 mil por expulsão decorrente de dois cartões amarelos e US$ 20 mil por cartão vermelho direto. Essas punições não estão incluídas na simulação envolvendo o Palmeiras.

No Campeonato Brasileiro, a CBF utiliza critérios disciplinares próprios. O jogador que acumula três cartões amarelos em partidas diferentes recebe uma suspensão automática de um jogo, mas não existe uma cobrança generalizada de US$ 10 mil por advertência.

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Assim, os R$ 3,3 milhões representam apenas uma comparação entre os regulamentos das duas entidades. O Palmeiras não possui essa dívida, já que os cartões recebidos no Brasileirão seguem as regras da competição.

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