Abel celebra 4ª final de Libertadores com o Palmeiras: 'Não sou maior que ninguém'

Treinador pode conquistar terceiro título após eliminar Fluminense com vitória nos pênaltis

22 out 2026 - 01h00
(atualizado às 01h00)
Resumo
Abel Ferreira celebrou sua quarta final de Libertadores no comando do Palmeiras após eliminar o Fluminense nos pênaltis, apesar da derrota por 1 a 0 no tempo normal. Buscando o tricampeonato em Montevidéu, o técnico destacou a força do grupo e a eficácia de sua equipe nas cobranças decisivas, com grande atuação do goleiro Carlos Miguel. O Palmeiras agora aguarda a definição do seu adversário na grande final, que sairá do confronto entre Flamengo e Estudiantes.

Abel Ferreira alcançou sua quarta final de Libertadores pelo Palmeiras e vai buscar, em Montevidéu, o tricampeonato do torneio continental. Após eliminar o Fluminense no Nubank Parque, nesta quarta-feira, com vitória nos pênaltis, o treinador não negou se importar com os números.

"Eu tento bater meus próprios recordes e vocês fazem questão de me lembrar que não sou bom o suficiente. Acima de tudo é a vontade de ganhar", afirmou o português, antes de acrescentar, em outra resposta, que sua principal preocupação é dar ao atual grupo de jogadores o gosto que ele sentiu em 2020 e 2021, com outros atletas.

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"O Palmeiras em sua história tem oito finais, conseguimos já quatro. Já disse que talvez estejamos vivendo o melhor momento da história do clube. Não sou maior que ninguém, sou mais um, quero ser mais um dentro do grupo. Minha felicidade é ver os outros ganhando. Tenho dois jogadores que venceram comigo neste grupo, Gómez e Piquerez", comentou.

A atuação palmeirense nesta quarta-feira, no Nubank Parque, não foi das melhores, não à toa o time acabou derrotado por 1 a 0, resultado que levou a decisão aos pênaltis, afinal a rodada de ida, no Maracanã, terminou em vitória por 2 a 1 para o time paulista. "Nosso grande mérito foi conquistar um bom resultado na casa deles, pena que não foi mais elástico", afirmou.

Nos pênaltis, Carlos Miguel foi decisivo ao defender o pênalti de Nonato, mas houve grande mérito também dos batedores palmeirenses, que converteram todas as cobranças, com muita segurança.

"Não há receitas mágicas. Já perdi tantas vezes em pênaltis que decidi criar um protocolo. Há um protocolo fechado, sabendo que podemos ganhar ou poder. Nenhum treinador tem um que te garante a vitória. Nssa situação é fundamental ter eficácia", disse Abel.

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Na briga pelo título, o adversário dos palmeirense pode ser o rival Flamengo, que empatou sem gols com o Estudiantes na rodada de ida e disputa a partida de volta na quinta-feira, às 21h30, no Maracanã. Para Abel, pouco importa o adversário. "Tenho preferência que o Palmeiras lá esteja. Estou extremamente cansado, com uma dor de cabeça que vocês não imaginar."

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