Decisivo diante da RD Congo, Harry Kane brilhou e levou a Inglaterra às oitavas da Copa do Mundo. Assim, o centroavante estufou a rede em duas oportunidades na virada por 2 a 1 e voltou a chamar a atenção da imprensa. O diário espanhol "S" publicou que o atacante vive temporada mágica que seria injusto vê-lo encerrar a carreira sem conquistar o principal prêmio individual do futebol, a Bola de Ouro.
"Ver Kane pendurar as chuteiras sem uma Bola de Ouro seria injusto", disse a publicação.
Na publicação, o jornal destaca que o inglês vive uma fase que vai além dos números. O periódico lembra que o atacante voltou a decidir uma partida eliminatória de Mundial e afirma que, apesar de receber menos atenção do que outros astros, continua entre os jogadores mais decisivos do futebol.
Diante disso, o periódico ainda faz um trocadilho ao chamá-lo de "HurriKane". Dessa forma, uma referência à palavra inglesa hurricane (furacão), e o define como um dos maiores centroavantes de todos os tempos.
Números do Furacão
O artigo sustenta que Kane reúne argumentos suficientes para disputar a Bola de Ouro. Além da temporada de destaque, o atacante acumula marcas históricas com a seleção inglesa. Com 83 gols, ele ocupa o posto de maior artilheiro da história da Inglaterra. Na avaliação do AS, consolidou-se como o maior jogador que já vestiu a camisa do país.
Além disso, o atacante chegou a 13 gols na competição e ultrapassou Pelé nesse quesito. Ele também soma 16 participações diretas em gols, entre bolas na rede e assistências, em apenas 15 partidas. Entre os jogadores em atividade, o inglês aparece atrás apenas de Lionel Messi e Kylian Mbappé no ranking de maiores artilheiros da história do torneio.
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