Apesar da vitória sobre o Coritiba no Couto Pereira, o Grêmio enfrenta problemas fora de campo. A Polícia Federal autuou o clube por contratar uma empresa clandestina e sem autorização para realizar a segurança privada no estádio, violando o Estatuto da Segurança Privada. Um auto de infração foi lavrado, e tanto o Grêmio quanto a prestadora do serviço responderão a um processo administrativo, ficando sujeitos a multas financeiras e outras sanções cabíveis.
A segunda-feira em Curitiba foi de alegrias para o Grêmio apenas dentro de campo. O Tricolor venceu o Coritiba por 1 a 0, gol de Braithwaite, e conquistou sua primeira vitória fora de casa no Brasileirão. Contudo, fora de campo, o Grêmio se envolveu em mais uma polêmica.
De acordo com a Polícia Federal, o Grêmio contratou os serviços de segurança particular de uma empresa ilegal no Couto Pereira. Em nota oficial, sendo assim, o órgão publico afirmou que a segurança contratada pelo o clube gaúcho era exercida por "empresa sem autorização da Polícia Federal".
Desse modo, o Grêmio e a empresa "responderão a processo administrativo" sobre o caso. Assim, as partes podem levar multas financeiramente, além de outras punições cabíveis.
Veja a nota oficial da PF:
"Na noite desta segunda, a Polícia Federal realizou ação de fiscalização de segurança privada durante partida do Campeonato Brasileiro, realizada em Curitiba.
Durante a fiscalização, policiais da Delegacia de Controle de Segurança Privada (DELESP), com apoio da UCV da DPF Londrina, constataram a prestação de serviço clandestino de segurança patrimonial contratado pelo clube visitante.
A atividade era exercida por empresa sem autorização da Polícia Federal para o exercício da segurança privada, em desacordo com a Lei nº 14.967/24 - Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras.
Foi lavrado auto de constatação de infração, e os responsáveis - empresa e contratante - responderão a processo administrativo, que pode ensejar a aplicação de multa e outras sanções previstas no novo Estatuto.
A Polícia Federal alerta que a contratação de segurança privada deve recair apenas sobre empresas autorizadas e com vigilantes devidamente habilitados. As fiscalizações em grandes eventos e estádios de futebol continuarão de forma permanente na capital paranaense."
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