Após deixar o Galatasaray, Mauro Icardi teve seu nome ligado a clubes brasileiros, mas as conversas não avançaram por questões financeiras e falta de projetos sólidos. Aos 33 anos, o atacante revelou preferência por um retorno à Itália, onde se destacou na Sampdoria e na Inter de Milão. Sobre a Inter, clube do qual foi capitão e marcou 124 gols, Icardi admitiu tristeza pelo fim conturbado de sua passagem em 2019, marcado por lesões e polêmicas extracampo, afirmando que hoje agiria com mais maturidade.
Desde que o centroavante Mauro Icardi saiu do Galatasaray, seu nome tem circulado por clubes de diferentes partes do planeta. Inclusive, do futebol brasileiro, tendo sua contratação ventilada em clubes como Atlético-MG, São Paulo e Vasco. Em todos os casos, o aspecto financeiro pesou para que nenhuma das negociações tivesse avanço.
De acordo com o próprio centroavante de 33 anos, até o momento, não houve até o momento a apresentação de um projeto que ele enxergasse um futuro sólido. Além disso, para o portal da emissora "TyC Sports", ele confessou que, apesar de não descartar outras possibilidades, retornar ao futebol italiano é algo que ele encara com peso distinto:
"Eu recebi algumas ofertas, mas preferi esperar do que aceitar um projeto que eu não estivesse totalmente comprometido. Eu cresci na Itália, como pessoa e como jogador. A conexão com o passado segue ali, mas eu olho pro futuro."
Icardi chegou ao futebol da Velha Bota para atuar na Sampdoria, onde esteve desde a base (2010) até 2013, passando duas temporadas como profissional. Entretanto, a grande identificação se deu com a Inter de Milão e seus expressivos números da ordem de 219 jogos com 124 gols e 21 assistências entre 2013 e 2019.
Por conta disso, o jogador recorda com certa tristeza o processo conturbado que terminou com sua saída do clube. Na época, questões extracampo que desgastaram a relação entre Icardi, o técnico Luciano Spalleti e a diretoria interista envolveram até mesmo sua ex-esposa e empresária. Wanda Nara.
"Passei anos importantes vestindo a camisa da Inter e a braçadeira de capitão me marcou muito. O final foi doloroso e eu gostaria de encerrar o ciclo de outra maneira. Perder a braçadeira de capitão me doeu muito. Ao mesmo tempo, tinha um problema no joelho, joguei todas as partidas com infiltrações para as dores. Hoje, poderia me explicar melhor e enfrentar certas situações com mais clareza. Reconhecer isso não tira o mérito do que eu dei para a Inter. Só significa que eu amadureci", avaliou.
Siga nosso conteúdo nas redes sociais: Bluesky, Threads, Twitter, Instagram e Facebook.