Em coletiva, Di María descartou a aposentadoria aos 37 anos, classificando os rumores como mera especulação. O atacante do Rosario Central defendeu a fase atual do clube, criticou a imprensa por criar um clima de crise infundado e tratou as recentes eliminações na Copa Argentina e na Libertadores como normais, dada a alta competitividade do futebol. O jogador atuou como pacificador, reforçando que o elenco segue tranquilo e focado.
A expectativa de um anúncio bombástico por parte de Ángel Di María, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (9), não se confirmou. Na verdade, o experiente atleta de 37 anos aproveitou a oportunidade para atuar como uma espécie de pacificador.
Logo de cara, Di María assegurou que não pensa no cenário de aposentadoria neste momento. Para ele, isto é algo que surge, unicamente, por conta de especulação externa.
Além disso, o camisa 11 do Rosario Central entende que o clima de pressão para com a equipe não se justifica pelo momento histórico. Isso porque, nos últimos anos, ele vê a representação Canalla em boas condições na disputa de títulos e partidas importantes:
"Querem me aposentar (risos). Não, estou muito feliz. As pessoas estão muito irritadas. Creio que estamos passando por um bom momento no Central. O clube vem crescendo, conseguindo títulos, jogando todas as competições."
Em meio as palavras de tom apaziguador, quem sofreu crítica por parte do atacante foi a imprensa. Isso porque Fideo entende que o comportamento da cobertura esportiva dá a entender que a situação não é positiva pelos lados do Rosario Central:
"Do lado de cá, estamos muito bem, mas parece que estamos de outro jeito. Às vezes, a imprensa que faz as coisas parecerem estar de outro jeito, mas estamos tranquilos."
Por fim, Ángel Di María tratou as eliminações na Copa Argentina (Estudiantes) e Libertadores (Corinthians) como situações habituais do futebol. Para justificar isso, ele trouxe como principal argumento a competitividade existente, em especial, no cenário nacional.
"Só um vai ganhar, é a realidade do futebol. O sonho que as pessoas tinham com a Libertadores e a Copa Argentina, a gente também tinha. Mas, às vezes, as coisas não acontecem. Estamos passando por um bom momento. Qualquer um pode ganhar de qualquer um no futebol argentino. Não é fácil", concluiu.
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