Federação francesa retira apoio a Infantino e promete proposta de 'transformação profunda' na Fifa

Entidade fundadora da federação mundial retira oficialmente apoio à reeleição do dirigente, em alinhamento à Uefa

10 set 2026 - 13h15
Resumo
A Federação Francesa de Futebol retirou o apoio à reeleição de Gianni Infantino na presidência da Fifa, alinhando-se à oposição liderada pela Uefa. O órgão francês, um dos fundadores da entidade máxima do esporte, anunciou que pretende elaborar uma proposta de reforma profunda na governança mundial do futebol, construída em conjunto com federações e confederações. A eleição para o quarto mandato de Infantino está marcada para março, no Marrocos, com candidaturas abertas até novembro.

A Federação Francesa de Futebol (FFF) retirou oficialmente seu apoio à reeleição de Gianni Infantino na presidência da Fifa, em alinhamento à posição da Uefa. O órgão da França ainda prometeu estruturar um plano para uma "transformação profunda" na entidade mundial. A França é um dos membros fundadores da Fifa, junto de Bélgica, Dinamarca, Holanda, Espanha, Suécia e Suíça, em 1904.

A posição foi formalizada após uma reunião do presidente Philippe Diallo com a Comissão Executiva da FFF. Inicialmente, a França era uma das apoiadoras do atual presidente, que tenta o quarto mandato.

Publicidade

O comunicado enalteceu a posição da Uefa, que tem sido uma das principais opositoras de Infantino. "A FFF apela ao desenvolvimento, em consulta com as confederações, federações nacionais e todas as partes interessadas, de um projeto para que o futebol mundial realize uma reforma completa da governança da Fifa e continue o desenvolvimento do futebol, combinando excelência e solidariedade", diz um trecho.

A promessa da federação é consultar figuras com experiência na gestão do futebol e, a partir disso, formular uma proposta de reformulação de governança. Não foi apresentado um prazo para que isso seja apresentado.

A eleição presidencial da Fifa ocorre em março, no congresso da entidade, a ser realizado em Rabat, no Marrocos. As candidaturas devem ser oficializadas até novembro.

Curtiu? Fique por dentro das principais notícias através do nosso ZAP
Inscreva-se