A fase de mata-mata da Copa do Mundo já teve emoção para todos os gostos. Viradas emocionantes, classificação no último lance e queda de gigantes. E tudo isso já na reta final das partidas. Haja coração, amigos!.
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A verdade é que a resiliência é a essencial do novo futebol. Agora, a maioria das equipes conseguem montar bons esquemas defensivos e igualar o jogo na condição física. O talento continua como grande diferencial. Porém, mais do que isso, é preciso concentração.
Depois da classificação nos acréscimos contra o Japão, os jogadores brasileiros exaltaram o cansaço mental da partida. O volante Bruno Guimarães, por exemplo, ressaltou que o cansaço da mente é o mais difícil para recuperar.
O nível de exigência de uma Copa do Mundo já leva ao estresse. Qualquer falha, pode ser fatal. Porém, nesta edição, várias seleções mostraram que é possível se redimir dentro de um mesmo jogo e mudar o destino.
O esporte de alto nível exige que o atleta se perdoe rapidamente. Falhou no gol do adversário? Esquece, já tem outro lance pela frente e a chance de fazer diferente. Não existe tempo para lamentação.
Esse cenário leva ao cenário de esgotamento mental, afinal você está sempre em alto nível de estresse. Por isso, cada vez que a competição afunila, é preciso cuidar muito mais da cabeça do que dos treinos táticos.
Dentro de campo, a bola vai ficar com a seleção que acreditar até o final. Quem subir no salto alto e achar que já ganhou pode se dar muito mal. Já diz o ditado: o jogo só acabar quando o juiz apita.