"Ainda bem": Flamengo homenageia Djavan em aniversário de 77 anos

Torcedor histórico do Rubro-Negro, com homenagens em canções, cantor recebe mensagem especial do clube de coração nas redes sociais

27 jan 2026 - 13h50
(atualizado às 13h50)
Foto: Reprodução - Legenda: Djavan completa 77 anos e recebe homenagem do Flamengo / Jogada10

O aniversário de 77 anos de Djavan, celebrado nesta terça-feira (27), ganhou destaque também no meio esportivo. Torcedor declarado e apaixonado pelo Flamengo, o cantor recebeu uma homenagem oficial do clube, que destacou a relação afetiva construída ao longo de décadas entre o artista e a torcida rubro-negra.

"Djavan Caetano Viana é um futebolista da música popular brasileira. Suas composições, arranjos e apresentações, assim como o Mengão, encantam gerações de apaixonados pela arte. No dia do aniversário do mestre, convidamos a Maior Torcida do Mundo a apreciar o som de uma lenda viva brasileira. Ainda bem que ele é Flamengo", escreveu o clube.

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A frase final faz referência direta à música "Boa Noite", em que o cantor enaltece o fato de ser Flamengo, sobretudo nos dias ruins. Ele menciona o clube como parte de sua identidade, e a canção o consolidou como figura simbólica das arquibancadas rubro-negras, ao lado de outros grandes nomes como Jorge Ben Jor.

"[…] Ainda bem que sou Flamengo. Mesmo quando ele não vai bem, algo me diz em rubro-negro que o sofrimento leva além, não existe amor sem medo. Boa noite", diz o trecho.

Djavan e o futebol

A aproximação com o futebol antecede a fama musical e não se restringe ao amor pelo clube carioca. Na juventude, o artista viveu intensamente o esporte em Maceió, quando conciliava apresentações como cantor com uma rotina regular de treinos e jogos.

O artista tinha fé que se tornaria jogador de futebol e defendeu o CSA nas categorias de base, em um período que recorda com muito carinho. "Foi maravilhoso ter participado quando tinha 16, 17 anos. Aqui no Mutange (antigo campo do time) eu ia três vezes por semana para fazer (treino) individual ou coletivo", e completou:

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"Mas foi uma fase que durou pouco, da transição, a fase que descobri o instrumento (violão). Quando eu optei definitivamente pela música, pela carreira de músico, quando eu descobri o instrumento… Até então eu só cantava. Nessa fase que resolvi: futebol é muito cansativo, corre-se muito, eu vou ficar só com a música", disse ao ge.

O cantor também detalhou sua posição em campo: "Era centroavante e depois virei meia-atacante, e fazia meus golzinhos. Antes de jogar no CSA, atuava num time amador chamado Grêmio, que nunca perdeu".

Hoje, a carreira consolidada e a relação pública com o Flamengo caminham juntas. O clube já o homenageou em diferentes ocasiões, enquanto jogadores e torcedores frequentemente associam sua obra à paixão rubro-negra.

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