A declaração de Roger Flores direcionada ao Corinthians 

14 ago 2026 - 09h50

Roger Flores repercutiu o fim das negociações pela renovação de contrato de Memphis Depay com o Corinthians. O comentarista dos canais Globo destacou que não renovaria com o jogador, mas antes de todo o imbróglio que se arrastou desde a volta da parada para a Copa do Mundo

Roger Flores como comentarista da TV Globo (Foto: Reprodução)
Roger Flores como comentarista da TV Globo (Foto: Reprodução)
Foto: Roger Flores como comentarista da TV Globo ( Reprodução) / Gávea News

"Se eu renovaria com o Memphis? Eu acho que não. Até pela saúde financeira, o Corinthians tem essa necessidade de se reestruturar financeiramente. Mas eu não renovaria lá atrás, quando acabou o contrato do Memphis", iniciou. 

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Roger Flores defendeu que mesmo Memphis aceitando uma redução salarial e o parcelamento dos débitos que o clube tinha com ele, não renovaria a extensão do contrato pelo alto custo. 

"Não tem como ficar com o Memphis nessas condições. Ou mesmo nessas condições que a gente teve acesso nesse segundo contrato", disse. 

Porém, mesmo deixando claro que optaria pelo fim do vínculo, Roger Flores criticou a postura do Corinthians, que na última hora não assinou a renovação. Ele considerou toda a situação como um "papelão". 

"Mas a partir do momento que você abre negociação, que você demora esse tempo todo, espera o Memphis chegar, diz que está tudo certo, que está tudo apalavrado, que está pronto para assinar, faz exames físicos… É um papelão o que o Corinthians fez. Você cria todo um enredo de renovação… Você está enganando o torcedor. Você está contando uma história que encaminhava para uma renovação de contrato de um jogador que a torcida gosta e na hora de 'canetar', você diz 'pensei bem, não vou mais renovar o contrato'? Com ele treinando novamente, usando uniforme do clube? É muito feio o que o Corinthians fez", disse. 

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Com a decisão do Corinthians, Memphis Depay deve entrar na justiça para cobrar não só os débitos que o clube tem com ele. Além dos 77 milhões em vencimentos, acrescido de multa e juros, o holandês quer receber os 103 milhões que tinha direito pela extensão contratual. O montante total a ser pago giraria em torno de 180 milhões de reais. 

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