Principal sensação da Copa do Mundo de 2022, Marrocos vai para seu terceiro Mundial consecutivo e divulgou, nesta terça-feira, a lista dos 26 jogadores que vão disputar a competição.
Marrocos, inclusive, está no caminho da Seleção Brasileira nesta Copa do Mundo em 2026. Os marroquinos estão no Grupo C e serão os adversários da estreia do Brasil, no dia 13 de junho, às 19h, em Nova York. Além do Brasil, Marrocos enfrenta a Escócia, na segunda rodada, no dia 19 de junho, e encerra a fase de grupos contra o Haiti, no dia 24 de junho.
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O destaque da convocação fica pela presença de Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain, e de Brahim Díaz, do Real Madrid. Curiosamente, Marrocos estava realizando um período de treinos com 28 jogadores e fez um amistoso na manhã desta terça. No entanto, apenas cinco jogadores destes estão na lista final do técnico Mohamed Ouahbi para a Copa - Munir El Kajoui, Ismael Saibari, Ayyoub Bouaddi, Yassine Gessime e Ayoub El Kaabi.
Veja a lista final de convocados do Marrocos para a Copa do Mundo:
Goleiros: Bounou (Al Hilal), El Kajoui (Berkane) e Tagnaouti (Asfar);
Defensores: Mazraoui (Manchester United), Salah-Eddine (PSV), Belammari (Al Ahly), Hakimi (PSG), El Ouahdi (Genk), Aguerd (Olympique de Marselha), Riad (Crystal Palace), Halhal (KV Mechelen) e Diop (Fulham);
Meio-campistas: El Mourabet (Strasbourg), Bouaddi (Lille), El Aynaoui (Roma), Amrabat (Betis), Ounahi (Girona), El Khannouss (Stuttgart) e Saibari (PSV);
Atacantes: Ez Abde (Betis), Talbi (Sunderland), Rahimi (Al Ain), El Kaabi (Olympiacos), Brahim Díaz (Real Madrid), Gessime (Strasbourg) e Echghouyabe (Eintracht Frankfurt).
Ouahbi, inclusive, falou sobre a forma com que sua equipe deve jogar diante do Brasil, no dia 13 de junho. O técnico marroquino brincou que não vai passar o jogo inteiro na defesa contra a Seleção Brasileira.
"Só porque estamos jogando contra o Brasil não significa que vamos passar o tempo todo defendendo. Quer que eu diga ao Ancelotti agora mesmo como vamos jogar? Acho que ele não vai dizer como vai jogar. E só porque estamos jogando contra a Escócia ou o Haiti não significa que vamos passar o tempo todo atacando. Prefiro o status em que você chega e todos te temem. No entanto, você precisa assumir a responsabilidade", disse o técnico nesta terça.
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