A Seleção Brasileira encerrou sua participação na Copa do Mundo de 2026 na 11ª colocação geral, segundo o ranking oficial da Fifa elaborado após o encerramento das oitavas de final. A classificação, levantada pelo ge com base nos critérios de desempate da entidade, confirma que a campanha comandada por Carlo Ancelotti entra para a história como a segunda pior do Brasil em 23 participações em Copas do Mundo.
Eliminado pela Noruega nas oitavas de final, o Brasil somou 10 pontos, terminou com saldo de seis gols e marcou 10 vezes ao longo da competição. O desempenho iguala a campanha de 1966, quando a Seleção também ficou na 11ª posição após cair ainda na fase de grupos. Apenas o Mundial de 1934, em que o Brasil terminou em 14º lugar após ser eliminado na estreia pela Espanha, apresenta resultado inferior.
A classificação oficial segue os critérios estabelecidos pela Fifa para definir a ordem das seleções eliminadas em cada fase do torneio. Entre os times que caíram nas oitavas, o México terminou em nono lugar, seguido pela Colômbia. O Brasil aparece em 11º, à frente de Estados Unidos, Portugal, Canadá, Egito e Paraguai.
Outro destaque do levantamento, também publicado pelo ge, foi a despedida definitiva de Cristiano Ronaldo das Copas do Mundo. Eliminado pela Espanha, Portugal encerrou sua participação na 13ª colocação, resultado melhor do que o obtido em 2014, mas distante da campanha de 2006, quando terminou em quarto lugar.
O Mundial de 2026 também marcou a eliminação dos três países-sede ainda nas oitavas de final. O México foi o anfitrião com melhor desempenho, terminando em nono lugar após a derrota para a Inglaterra. Os Estados Unidos ficaram na 12ª posição, enquanto o Canadá encerrou sua campanha em 14º.
Entre as seleções eliminadas antes das oitavas, Holanda e Alemanha lideraram a classificação geral do grupo que caiu na segunda fase, ocupando a 17ª e a 18ª posições, respectivamente. Já o Iraque terminou a competição na última colocação entre as 48 seleções participantes, encerrando o Mundial sem pontuar e com saldo negativo de 11 gols.
Mesmo com cinco títulos mundiais, dois vice-campeonatos e presença constante entre os oito melhores nas últimas décadas, a campanha de 2026 representa um dos maiores tropeços da história da Seleção Brasileira em Copas do Mundo e reforça o desafio que Carlo Ancelotti terá pela frente no novo ciclo até 2030.