A 100 dias da Copa, Ancelotti projeta Seleção em "nível muito alto"

Técnico também reforça a importância dos amistosos com França e Croácia, no fim de março para definição dos jogadores

3 mar 2026 - 19h18
Ancelotti se aproxima de lista final para Copa do Mundo –
Ancelotti se aproxima de lista final para Copa do Mundo –
Foto: Rafael Ribeiro / CBF / Jogada10

A 100 dias para o início da Copa do Mundo, o técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, comentou a expectativa para a participação da Amarelinha. O treinador italiano, que vai participar de seu primeiro Mundial pelo Brasil, projetou um desempenho de "um nível muito alto".

"É uma alegria ter o tempo para preparar este importante evento para o Brasil. É uma motivação grande e uma grande responsabilidade para tentar fazer o melhor possível. Eu tenho certeza de que vamos fazer um Mundial de um nível muito alto", celebrou o treinador, em entrevista à CBF TV.

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Ancelotti se aproxima de lista final para Copa do Mundo –
Foto: Rafael Ribeiro / CBF / Jogada10

Além disso, o treinador e sua comissão técnica seguem com as observações dos atletas que podem representar o Brasil na Copa. Ancelotti reforçou, ainda, a importância dos amistosos com França e Croácia, no fim de março.

"Temos feito a programação quanto à logística, organização, centro de treinamento, o hotel, então agora temos que fazer a avaliação dos jogadores que estão jogando, dos que estão lesionados e dos que estão recuperando. É um momento de observação. Obviamente, temos que fazer bem os amistosos com França e Croácia e observar as partidas dos jogadores que podem estar na Copa do Mundo em junho", explicou.

No dia 26, a Seleção enfrenta a França, no Gilette Stadium, em Boston às 17h (de Brasília). Já no dia 31, o Brasil, assim, encara a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, às 21h (de Brasília).

Tensão fora das quatro linhas

Ao mesmo tempo em que a Fifa celebra o novo formato e a ampliação do número de participantes, o cenário fora das quatro linhas impõe desafios. Tensões diplomáticas, políticas migratórias mais rígidas, conflitos armados e críticas à condução política da entidade máxima do futebol criaram um ambiente de instabilidade incomum às vésperas de um Mundial.

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