E o preconceito no futebol continua forte. O meia Cristian Medina, do Botafogo, virou alvo de ataques homofóbicos nas redes sociais. Tudo porque o zagueiro Alexander Barboza publicou, nos stories do Instagram, uma foto em que o jogador aparece um piercing no umbigo.
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A partir daí foram feitos muitos comentários preconceituosos. No X (antigo Twitter), apareceram questionamentos sobre a masculinidade do atleta, acompanhados de insinuações e comentários carregados de estigmas: “Medina ou menina?”
Em outro comentário, um perfil afirmou: “Tem coisas que são feitas só pras mulheres mesmo e piercing na barriga é uma delas”. Já outro internauta escreveu, em tom irônico: “Deixa a menina ser feliz gente, que isso”. Em outra observação, um perfil escreveu: “Tem coisas que são feitas só pras mulheres mesmo e piercing na barriga é uma delas”. Outro internauta escreveu, em tom irônico: “Deixa a menina ser feliz gente, que isso”.
Mais uma vez, esse episódio escancara novamente a homofobia no futebol, um ambiente marcado por preconceitos e resistência à diversidade. Mesmo diante de avanços em outras áreas da sociedade, o esporte ainda enfrenta dificuldades para lidar com expressões individuais que fogem do padrão considerado “masculino”.
Situações como a vivida por Medina expõem a urgência de transformar a cultura dentro e fora dos estádios, tornando o futebol um espaço mais inclusivo e respeitoso para todos.