O basquete brasileiro se despediu de Oscar Schmidt nesta sexta-feira, 17. A partida do ‘Mão Santa’ aos 68 anos foi mais uma sentida pela modalidade, que sofreu com outras quatro mortes nos últimos 16 meses.
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Há menos de um mês, em 22 de março, Marquinhos Abdalla morreu aos 73 anos. O ex-pivô foi fundamental para colocar o Brasil no topo do basquete nas décadas de 1970 e 1980, com a conquista dos Jogos Pan-americanos de 1971, em Cali, na Colômbia.
Em 1976, foi escolhido pelo Portland Trail Blazers e entrou para a história como o primeiro brasileiro a ser draftado na NBA. Apesar da oportunidade, recusou ir para a liga para poder seguir jogando na Seleção Brasileira, já que na época a Federação Internacional de Basquete (FIBA) impedia que jogadores da competição representassem seus países.
No fim do ano passado, em 25 de dezembro, Claudio Mortari morreu aos 77 anos. Apesar da curta carreira em quadra, ele se consolidou como um dos grandes treinadores brasileiros da modalidade.
Entre suas conquistas, está o Campeonato Mundial Interclubes de 1979, com o Sírio. A equipe contava com nomes como Oscar, Marcel, Marquinhos, Eduardo Agra e Marcelo Vido.
Outra perda recente foi a de Wlamir Marques, em 18 de março de 2025, aos 87 anos. O ‘Diabo Loiro’ fez história nas décadas de 1950 e 1960 e teve como destaque na carreira as conquistas dos Mundiais de 1959 e 1963 com a Seleção Brasileira.
Em 2023, foi introduzido ao Hall da Fama da Federação Internacional de Basquetebol. Também foi homenageado pelo Corinthians com a inauguração de um busto no Parque São Jorge.
No dia 12 de dezembro de 2024, Amaury Pasos morreu aos 89 anos. Para muitos, o maior jogador de basquete brasileiro de todos os tempos, ele conquistou os Mundiais de 1959 e 1963, e o bronze nos Jogos de Roma-1960 e Tóquio-1964 com a seleção.