Fora da F1 na TV, Reginaldo Leme comenta novo momento da carreira e explica ‘credencial vitalícia’

Desde que a Fórmula 1 foi retomada pela TV Globo, jornalista esteve longe das transmissões televisionadas, mas mantém-se próximo à categoria

8 nov 2026 - 05h00
Fora da TV, Reginaldo Leme comenta novo momento da carreira e explica ‘credencial vitalícia’ na F1
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Longe das transmissões de Fórmula 1 na TV que o alçaram ao status de ícone da cobertura de Fórmula 1 no Brasil, o jornalista Reginaldo Leme tem abordado a modalidade, em suas palavras, de uma maneira mais 'divertida' em 2026. Munido de uma credencial vitalícia, com a qual foi presenteado pela FIA pelas cinco décadas de atuação na F1, Leme releva a despedida às transmissões e diz estar 'sempre junto' à maior categoria do automobilismo. 

O jornalista deixou as coberturas televisionadas da Fórmula 1 depois que a categoria foi retomada pela TV Globo, após cinco anos de transmissões feitas pelo Grupo Bandeirantes, de 2021 a 2025. Ainda assim, entende que não passou exatamente por uma mudança de carreira. 

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"Não chego a ser um turista (risos). Mas agora venho com permissão, por exemplo, para coisas que, na época de trabalho como jornalista, simplesmente não podia fazer: acesso a alguns dos boxes de equipes conhecidas, acesso aos motorhomes, convivência com o pessoal das equipes. Isso é novo para mim, então estou curtindo muito", afirma o jornalista, que continua na TV Bandeirantes comentando provas de Stock Car e Fórmula Indy. 

"Eu apenas me desliguei da TV, da TV aberta, mas estou sempre fazendo vídeos, dando entrevistas, fazendo podcasts. Estou ligado à Fórmula 1 para sempre, por isso eu recebi essa credencial permanente e perpétua, vitalícia, da F1, por reconhecimento", acrescenta.

Fora da TV, Reginaldo Leme comenta novo momento da carreira e explica ‘credencial vitalícia’ na F1
Fora da TV, Reginaldo Leme comenta novo momento da carreira e explica ‘credencial vitalícia’ na F1
Foto: Gabriel Gatto/Terra

O documento, entregue pela FIA a Leme, concede acesso exclusivo a todas as etapas da Fórmula 1, em todas as suas temporadas. 

"Tenho ido às corridas, mas como um convidado. Vou rever a Fórmula 1, rever os velhos amigos, e ela vale para tudo. Então, enquanto estiver vivo, que vai ser muito tempo ainda, essa credencial estará comigo", exalta. 

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Leme também acredita, com orgulho, que sua paixão pela principal categoria do automobilismo mundial teve sua parcela de colaboração para a popularidade do esporte no País. 

"Eu gosto de dizer que não é hora de ser modesto. Acredite no que eu vou dizer. Se você gosta de Fórmula 1 foi porque o seu pai, seu avô, começou a ler sobre F1 comigo no Estadão, na Globo e depois na Band. E eu trouxe isso com muito prazer porque é a minha paixão", diz. 

O jornalista também exaltou o impacto da Band na recuperação da popularidade da categoria no Brasil, aliada à série documental Dirigir para Viver, da plataforma de streaming Netflix: "Foi um trabalho muito importante que nós, na Band, surfamos na onda. Foi um trabalho que hoje eu vejo, em qualquer lugar que me pararam, que a gente trouxe de volta a F1, que estava adormecida no Brasil. Isso é uma coisa que a Band tem e ninguém tira". 

Fonte: Portal Terra
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