Frédéric Vasseur também comentou a polêmica envolvendo a bandeira amarela no fim da classificação do GP da Áustria, episódio que gerou debates após a pole de George Russell.
O chefe da Ferrari demonstrou preocupação com a interpretação da regra em situações como essa e alertou para o risco de decisões inconsistentes.
“Espero que a conclusão não seja que você precisa ultrapassar mesmo com bandeira amarela, porque isso seria um desastre”, afirmou.
Vasseur também chamou atenção para a sequência de sinalizações emitidas pela direção de prova durante o incidente, destacando a alternância entre bandeira amarela simples e dupla.
“Essas são decisões da direção de prova. Eles colocaram amarela simples, depois dupla amarela e depois voltaram para amarela simples.”
Apesar de evitar aprofundar a crítica publicamente, o dirigente deixou claro que tem uma visão própria sobre o caso.
“Isso pode ser debatido. Eu tenho minha própria opinião sobre isso, mas vou guardá-la para mim.”
Por fim, Vasseur relembrou a regra aplicada em situações de bandeira amarela, que exige redução mínima de velocidade, e reforçou que a análise final cabe exclusivamente à direção de prova.
“Existe uma regra em que você precisa levantar cerca de 5%, mas nós não temos acesso a esses dados. A direção de prova analisou e decidiu que não haverá novas ações. É isso”, concluiu.