O abandono de Carlos Sainz na volta 25, após a quebra do motor de sua Williams na reta principal do traçado, provocou o acionamento do Carro de Segurança Virtual (VSC) e forçou as equipes a recalcular os momentos de pit stop.
A unidade de potência do carro de Sainz falhou enquanto o piloto ganhava velocidade no setor. O problema encerrou a participação do competidor na prova. Com o veículo parado na pista, a direção de corrida implementou a restrição de velocidade em todos os trechos do circuito.
A neutralização impactou as paradas programadas pelos estrategistas. Andrea Kimi Antonelli esteve perto de ganhar tempo de box com o VSC. A equipe, no entanto, chamou o piloto para a troca de pneus antes da sinalização oficial de segurança. A entrada antecipada evitou o benefício que o procedimento de pista ofereceria.
Lewis Hamilton adotou uma tática diferente com a Ferrari. O piloto perdeu a janela ideal para a parada, visto que o VSC foi acionado no instante em que o carro já havia passado da linha de entrada dos boxes.
Hamilton precisou completar mais um giro no circuito para entrar no pit lane de Spielberg. Durante o atendimento na volta seguinte, a equipe italiana assumiu um risco na escolha dos compostos, retirando os pneus duros do carro e colocando pneus macios para o restante da disputa.