F1: Alonso se diz "pronto para ajudar" a resolver problemas da Aston Martin na China

Piloto espanhol foca em fim de semana sem sustos no GP da China após início difícil com a Honda e reforça o espírito de equipe

12 mar 2026 - 10h48
Alonso prioriza acúmulo de quilometragem no GP da China para ajudar no desenvolvimento do carro
Alonso prioriza acúmulo de quilometragem no GP da China para ajudar no desenvolvimento do carro
Foto: Aston Martin Aramco F1 Team / Reprodução

Em meio a um começo de temporada desafiador para a nova parceria entre Aston Martin e Honda, Fernando Alonso mantém o foco e o otimismo para o Grande Prêmio da China. O bicampeão mundial destacou a urgência de acumular quilometragem e declarou estar "pronto para ajudar o máximo que puder" para superar os problemas de confiabilidade que limitaram a equipe na etapa de abertura, na Austrália.

Na primeira prova do campeonato, a Aston Martin precisou restringir o tempo de pista do carro para poupar componentes da unidade de potência. Agora, em Xangai, o objetivo de Alonso é voltar ao básico e completar todas as sessões.

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"Ficarei feliz se sairmos da China com treinos livres e uma classificação mais ou menos normais, acumulando voltas, e se pudermos tentar fazer a corrida completa no domingo", explicou o espanhol durante coletiva de imprensa. O piloto ressaltou que, se as equipes rivais do grid ainda não estão com seus carros totalmente otimizados, a situação da Aston Martin exige urgência. "Estamos na estaca zero, então limitamos as voltas. Precisamos muito treinar e encontrar a janela de funcionamento do carro no lado do chassi."

Alonso reconheceu que o início da colaboração com a Honda tem sido acidentado, mas adotou um tom maduro e colaborativo. O veterano sugeriu, inclusive, o remanejamento de recursos da própria Aston Martin para auxiliar a montadora japonesa no desenvolvimento do motor.

"Somos uma só equipe. É um começo turbulento, mas espero que não dure muito tempo", ponderou. "Não será uma solução imediata também, mas estou pronto para ajudar no que for possível. Posso trabalhar mais duro e tentar ajudar a Honda alocando alguns recursos que a Aston Martin possui diretamente para a unidade de potência."

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