O mercado global iniciou a sessão desta quinta-feira (15) sob impacto direto da virada do petróleo após sinais de distensão envolvendo o Irã. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suavizou o tom crítico ao afirmar ter recebido garantias de que o governo iraniano suspenderia execuções ligadas aos protestos recentes.
O Ibovespa renovou o recorde de fechamento nesta quarta-feira (14) aos 165.145,98 pontos, em alta de 1,96%. O avanço foi puxado principalmente por ações de commodities, que sustentaram o índice ao longo do pregão.
A Petrobras esteve entre os destaques do dia. As ações subiram 3,63% (ON) e 2,73% (PN), depois que o petróleo virou para queda no mercado internacional. O movimento ocorreu após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vistas como mais moderadas em relação ao Irã.
Já a Vale teve papel central no recorde do Ibovespa, com alta de 4,74%. O setor financeiro também ajudou: BTG Pactual (unit) subiu 2,08% e Itaú PN avançou 1,10%.
No câmbio, o dólar ganhou força no fim do pregão e fechou em alta de 0,46%, cotado a R$ 5,40, em meio ao aumento do desconforto geopolítico no cenário internacional.
O mercado global iniciou a sessão desta quinta-feira (15) sob impacto direto da virada do petróleo após sinais de distensão envolvendo o Irã. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suavizou o tom crítico ao afirmar ter recebido garantias de que o governo iraniano suspenderia execuções ligadas aos protestos recentes. A sinalização de trégua foi suficiente para o petróleo inverter a tendência de alta e registrar perdas de mais de 4% nesta manhã. O Brent cai a 4,19%, a US$ 63,73, e o WTI recua 4,26%, a US$ 59,38. O minério de ferro fechou em queda de 1,03% em Dalian, na China, cotado a US$ 116,60/ton.
As Bolsas da Europa operam sem direção única, com a geopolítica no radar. O presidente Donald Trump demonstrou otimismo sobre um possível acordo envolvendo a Groenlândia, apesar de o chanceler dinamarquês afirmar que há um “desacordo fundamental” com Washington.
No Brasil, a agenda econômica destaca as vendas no varejo, com expectativa de alta de 0,6% no varejo restrito e queda de 0,7% no varejo ampliado.
No campo político, o presidente Lula sancionou o Orçamento de 2026 com veto de R$ 392,8 milhões em emendas parlamentares, após o Congresso aprovar R$ 62 bilhões em emendas.
Entre os destaques corporativos, Nelson Tanure vendeu quase toda sua participação de cerca de 20% na Prio, enquanto o UBS passou a deter 9,6% das ações preferenciais da Cemig por meio de derivativos. Nesta manhã, o Banco Central decretou a liquidação da Reag, citando grave comprometimento financeiro e irregularidades, o que acendeu o alerta para riscos no sistema financeiro.
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