O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, defendeu a intervenção conjunta com o Japão para sustentar o iene, alegando que a ação teve custo modesto e beneficia os exportadores norte-americanos e as taxas de juros. Em audiência na Câmara, Bessent afirmou que a medida sinaliza apoio a Tóquio e que uma moeda japonesa mais forte evita que o governo do Japão venda ativos dos EUA para defender sua própria divisa.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, defendeu nesta terça-feira a participação do órgão, em conjunto com o Japão, em uma intervenção cambial para sustentar o iene a um custo "modesto", argumentando que isso é benéfico para os exportadores norte-americanos e para as taxas de juros.
Bessent afirmou, em audiência na Comissão de Serviços Financeiros da Câmara dos Deputados, que os EUA conseguiram sinalizar seu apoio às políticas japonesas -- incluindo o desejo de Tóquio de um iene mais forte -- por um "valor modesto" de recursos norte-americanos.
"E um iene mais forte é melhor para os exportadores norte-americanos. Um iene mais forte significa que o governo japonês não precisa vender ativos americanos" para defender sua moeda, disse Bessent.