Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem enquanto demissões permanecem baixas

10 set 2026 - 09h48
Resumo
Os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caíram para 206 mil na semana encerrada em 5 de setembro, aproximando-se da previsão de 205 mil do mercado. O recuo indica a continuidade do baixo nível de demissões que ancora o mercado de trabalho, com os pedidos oscilando entre 189 mil e 212 mil desde meados de julho. O cenário positivo é reforçado pela abertura de 162 mil vagas fora do setor agrícola em agosto, o maior ganho em cinco meses, enquanto a taxa de desemprego do país permaneceu estável em 4,1%.

‌O número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego diminuiu na semana passada, sugerindo que as demissões ⁠permaneceram em níveis baixos ‌e continuaram a ancorar o mercado ‌de trabalho.

Anúncio de vaga de trabalho em um Starbucks de Nova York
 26 de maio de 2021. REUTERS/Andrew Kelly/Foto de arquivo
Anúncio de vaga de trabalho em um Starbucks de Nova York 26 de maio de 2021. REUTERS/Andrew Kelly/Foto de arquivo
Foto: Reuters

Os pedidos ‌iniciais de auxílio-desemprego ⁠caíram em 1.000, para 206.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em ‌5 de setembro, informou ‌o Departamento ⁠do ⁠Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados ⁠pela ‌Reuters ‌previam 205.000 pedidos para a última semana.

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Os pedidos têm se mantido ⁠em uma faixa estreita entre 189.000 e 212.000 desde meados de ‌julho. O governo informou na semana passada que ⁠foram abertas 162.000 vagas de trabalho fora do setor agrícola em agosto, o maior ganho em cinco meses, após abertura de 21.000 em julho. A taxa de desemprego permaneceu em 4,1%.

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