Veja 10 áreas em que franquias crescem apesar da crise

Redes resistem bem à desaceleração da economia brasileira. Confira os setores mais vantajosos que continuam em expansão

28 nov 2014 - 08h00
(atualizado em 23/6/2015 às 16h44)

Inflação e taxa de juros em alta, crescimento do PIB em baixa, crédito mais difícil... para muitos empresários, a situação da economia brasileira não parece nada animadora. Mas em meio a tantas más notícias, pelo menos um segmento não tem do que reclamar: o mercado de franquias. 

Em plena crise, a Associação Brasileira de Franchising (ABF) prevê um crescimento de 10% para o setor em 2014, dando sequência aos bons resultados dos anos anteriores. Em 2013, por exemplo, o faturamento das franquias brasileiras foi 11,9% maior do que em 2012. Em termos de número de pontos de venda, o crescimento do ano passado foi de 9,4%, chegando a 114.409 unidades de 2.703 redes diferentes.

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Nesse cenário, apostar em uma franquia pode ser uma excelente saída em tempos de turbulência econômica. Mas em que área investir? Alguns setores sofrem menos que outros com recessões e oferecem mais oportunidades para explorar ao máximo o potencial escondido na fase difícil que está começando. Confira a seguir as dez opções mais promissoras.

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Alimentação

Quando a família tem pouco dinheiro para gastar com lazer, sair para comer fora é um passeio mais acessível. “Em tempos de crise, restaurantes por quilo são mais promissores”, afirma Tales Andreassi, Coordenador do Centro de Empreendedorismo da Fundação Getúlio Vargas.

Foto: stockyimages / Shutterstock

Pets

O setor está com tudo: a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação prevê um faturamento de R$ 16,47 bilhões este ano, 8,2% a mais do que em 2013, quando já havia registrado 7,3% de crescimento em relação ao anterior.

Foto: Ermolaev Alexander / Shutterstock

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Educação e treinamento

Escolas profissionalizantes e de reforço escolar se encaixam num perfil em ascensão: o das microfranquias, que demandam investimento de menos de R$ 80 mil. No caso do setor de educação, funcionários bem preparados são mais importantes do que a estrutura física.

Foto: Africa Studio / Shutterstock

Serviços domésticos e cuidadores de idosos

Assim como acontece com a educação, estes dois setores demandam mais investimento em equipe do que em espaços físicos. Também são duas áreas em rápido crescimento – com a PEC das Domésticas, a busca pela terceirização do serviço de limpeza aumentou.

Foto: mariakraynova / Shutterstock

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Vestuário, acessórios pessoais e calçados

Com o menor acesso a crédito, o volume de vendas tem a tendência de diminuir, mas a área de moda ainda é uma das mais procuradas em datas comerciais festivas. Não é obrigatório abrir lojas de grande porte, os quiosques de shoppings já são ótimas opções.

Foto: Africa Studio / Shutterstock

Beleza e estética

O setor tem uma vantagem: não demanda muito capital inicial. “Investimento mais baixo significa risco menor”, diz Cesar Kirszenblatt, gerente de conhecimento e competitividade do Sebrae-RJ. Microfranquias dão retorno em até 24 meses, contra 36 meses, em média, de redes maiores.

Foto: StockLite / Shutterstock

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Serviços automotivos

A venda de veículos usados e, principalmente, de peças, tende a crescer em momentos de estagnação e menor acesso a crédito. A comercialização de carros e motos cai na mesma medida em que os reparos e as trocas de modelos usados aumenta.

Foto: Hrynevich Yury / Shutterstock

Comunicação, informática e eletrônicos

Pelo mesmo motivo dos veículos, o setor de reparos de eletrodomésticos e aparelhos de informática só tende a ganhar quando os consumidores preferem consertar o que já têm em vez de adquirir um produto novo apenas porque ele é alguns meses mais moderno.

Foto: Maxx-Studio / Shutterstock

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Esportes e lazer

Em tempos de espírito olímpico e ainda na esteira da Copa, o estímulo à atividade física está em alta. “As escolinhas de ginástica para crianças, por exemplo, têm uma grande demanda”, afirma Cesar Kirszenblatt, do Sebrae-RJ.

Foto: Suzanne Tucker / Shutterstock

Hotelaria e turismo

Produtos luxuosos voltados para a classe média podem encalhar, mas parques de entretenimento, pousadas com preços acessíveis e franquias de quiosques a beira-mar, por exemplo, nunca saem de moda. As pessoas não ficam sem comer, assim como não ficam sem passear.

Foto: Vinicius Tupinamba / Shutterstock

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Fonte: PrimaPagina
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