Medidas sobre diesel não engessam nem mudam estratégia de preços da Petrobras, diz CEO

13 mar 2026 - 14h33

As ‌medidas do governo brasileiro para evitar uma disparada dos preços do diesel na esteira da alta do petróleo, que incluem um programa de subsídios, não ⁠engessam nem mudam a estratégia de precificação ‌de combustíveis da Petrobras, disse a CEO da petroleira, Magda Chambriard, ‌nesta sexta-feira a jornalistas.

Em ‌coletiva de imprensa para comentar ⁠o reajuste de preço do diesel pela empresa, de R$0,38/litro, a executiva afirmou que a adesão da Petrobras ao programa de subsídios, juntamente com a ‌alta da cotação anunciada pela empresa, significa ‌aumento potencial ⁠de valor ⁠recebido de R$0,70/litro pela empresa.

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Caso não houvesse a ⁠política ‌do governo, a Petrobras ‌teria elevado os preços em R$0,70, disse.

A Petrobras calcula que o aumento do diesel puro para o ⁠consumidor será residual, de R$0,06/litro, sem considerar biodiesel, após o reajuste anunciado nesta sexta-feira.

A companhia considera que o reajuste do diesel ‌está em plena consonância com sua estratégia de precificação, que não mudou ⁠e que busca não repassar volatilidades do petróleo ao mercado doméstico, afirmou a CEO.

Mas ela ponderou que a empresa continua a acompanhar os preços internacionais e novas medidas podem ser tomadas a qualquer momento.

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"A Petrobras fez a sua parte com objetivo de mitigar impactos do aumento do preço do diesel para a sociedade", destacou.

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