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Ibovespa renova máxima histórica no fechamento aos 98.588,63 pontos

4 fev 2019 19h04
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Em uma nova arrancada, agora embalada pela perspectiva de que o plano de reforma da Previdência parece estar se concretizando, o Ibovespa encerrou o pregão renovando máxima histórica no fechamento, aos 98.588,63 pontos, em alta de 0,74%. O dia positivo nos mercados acionários em Nova York também contribuiu para a disposição dos investidores para as compras.

O avanço das ações do bloco financeiro, na expectativa de que o resultado do Itaú Unibanco nesta segunda-feira, 4, seja tão bom quanto o do Bradesco, também sustentou a subida. O contraponto à alta foi a queda dos papéis da Vale, que marcaram o pregão com perdas em torno de 4% quase em toda a segunda etapa da sessão de negócios. No fim do dia, as units do Santander lideraram as altas (3,26%), seguida pelos papéis de Itaú Unibanco PN (2,27%), do Bradesco PN (2,22%) e do Banco do Brasil (1,90%). Vale ON encerrou em baixa de 3,39%

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"A divulgação da minuta do texto da reforma animou o mercado, mesmo que tenha sido mais ou menos o que Paulo Guedes, ministro da Economia, já havia citado lá atrás", ressaltou Marco Tulli Siqueira, gestor de renda variável da Coinvalores.

O Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, divulgou com exclusividade a minuta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na qual, entre as proposições está a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem no Brasil. Além disso, o tempo mínimo de contribuição deve subir dos atuais 15 anos para 20 anos. A ideia é também criar um sistema de capitalização, de "caráter obrigatório", modelo pelo qual as contribuições vão para uma conta individual, responsável por bancar os benefícios no futuro. As mudanças também abrangem os servidores públicos e políticos. A idade mínima e a regra para o cálculo e o tempo de contribuição poderão ser definidos por lei complementar, mas o texto indica regras transitórias até a aprovação dos projetos de lei. Essa foi a saída encontrada pelos técnicos para evitar uma "enxurrada" de propostas legislativas sobre a Previdência no início dos trabalhos do Congresso Nacional.

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