China diversificará mais suas importações de energia e aumentará reservas, diz planejador estatal

17 abr 2026 - 09h52

A China continuará a ‌diversificar suas importações de energia e a aumentar as reservas de energia para ajudar a melhorar sua capacidade de lidar com uma "situação de emergência", disse Wang Changlin, vice-presidente do planejador econômico estatal do ⁠país, nesta sexta-feira.

O fornecimento mundial de energia foi ‌interrompido pela guerra do Irã, que começou em 28 de fevereiro, com centenas de navios-tanque e ‌outros navios detidos pelo fechamento ‌do Estreito de Ormuz, que transportava cerca ⁠de 20% das remessas globais de petróleo antes do conflito.

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Os mercados de energia do maior importador de petróleo do mundo estão estáveis devido às medidas do governo para proteger o fornecimento interno de ‌petróleo para enfrentar o choque global de preços, disse ‌Wang em uma ⁠coletiva de ⁠imprensa da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma.

A China ajustou ⁠os preços máximos ‌dos preços de varejo ‌da gasolina e do diesel domésticos três vezes desde o início da guerra. O limite do preço de varejo da gasolina aumentou em ⁠2.275 iuanes (US$ 333,34) por tonelada, enquanto o diesel aumentou em 2.185 iuanes por tonelada.

No entanto, o segundo e o terceiro ajustes de preços foram limitados a cerca de ‌metade do aumento típico de acordo com o mecanismo de preços do país.

A China também impulsionará a ⁠produção doméstica de forma mais agressiva e expandirá as reservas de energia para fortalecer a segurança energética, disse Wang.

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O país produziu 4,3 milhões de barris por dia de petróleo no ano passado, atingindo um novo recorde.

No início de 2026, a produção de petróleo da China continuou crescendo. Apesar de uma redução ano a ano nas importações de petróleo em março, a produção de petróleo do país atingiu um recorde mensal de 4,44 milhões de bpd.

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