O ‌banco digital Agi teve lucro líquido de R$186,5 milhões no primeiro trimestre, queda de 47,7% sobre o mesmo período do ano passado, apesar de ⁠um crescimento de 23,6% na receita ‌total.

A instituição apurou um retorno sobre patrimônio líquido médio anualizado (ROAE) de ‌26,1% ante 45% um ‌ano antes.

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No início de dezembro ⁠do ano passado, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu o recebimento de novos registros de crédito consignado pelo Agibank.

Mas o presidente-executivo do Agi, ‌Marciano Testa, afirmou no balanço que, "após ‌disrupções temporárias no ⁠segundo ⁠semestre do ano passado, nosso negócio demonstrou uma ⁠trajetória ‌clara de recuperação".

O ‌executivo acrescentou que "a performance mensal na originação de crédito apresentou aceleração consistente" e que o banco encerrou ⁠o primeiro trimestre "em níveis superiores ao nosso 'benchmark' trimestral anterior".

O Agi encerrou março com 7 milhões de clientes ativos, uma expansão ‌de 52,6% sobre o final do primeiro trimestre de 2025, e crescimento ⁠de 5,3% ante o final do ano passado.

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A carteira de crédito bruta somou ao final do trimestre passado R$35,5 bilhões, crescimento anual de 30,3%.

Já a inadimplência de operações vencidas há mais de 90 dias foi de 3,6% no trimestre ante 2,9% de janeiro a março do ano passado.

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