As reclamações de Ana Paula Renault durante o Castigo do Monstro não passaram despercebidas para todo mundo dentro da casa neste sábado (28). Para dois participantes em especial, foi a deixa perfeita para um desabafo.
A conversa aconteceu antes de um desfecho que ninguém esperava: mais tarde, a produção suspenderia temporariamente o castigo após a jornalista alegar fortes dores na coluna e se recusar a participar de uma ação patrocinada. Mas naquele momento, ainda nada disso havia acontecido, e a tensão já estava no ar.
Na manhã deste sábado (28), Alberto Cowboy e Jordana se reuniram no Quarto Sonho de Voar para comentar o comportamento da líder, que havia reclamado de dores ao ser convocada para uma ação na sala do BBB 26. O tom da conversa não demorou a ficar afiado.
Foi Cowboy quem abriu o jogo, com uma provocação direta: "Dá vontade de falar igual ela fala." Jordana emendou na sequência, questionando a postura da Líder dentro do programa: "É Big Brother, ela não fala isso pra gente todo o tempo?"
A brasiliense foi além e sintetizou o que, segundo ela, seria um padrão de comportamento da jornalista no reality: "Tudo que é com ela, tudo que ela tem oportunidade, ela vai chorar, ela vai fazer o VT dela de vítima."
Na sequência, os dois trouxeram um elemento que promete alimentar o debate nas redes sociais: a própria experiência com o Castigo do Monstro. Tanto Cowboy quanto Jordana afirmaram ter sentido incômodo e dor quando passaram pela dinâmica, mas escolheram não externalizar o sofrimento da mesma forma.
"Você sentiu dor, eu senti dor", relembrou o mineiro. A Pipoca concordou sem titubear: "Muita, muita! Eu chorei por dentro, por que eu não fiz um showzinho?"
Cowboy completou o raciocínio: "A gente não se colocava no papel de vítima. Mas ela se põe ou tenta se colocar."
Ao fim da conversa, a morena fez questão de deixar um ponto claro, reconhecendo a dificuldade da prova, mas mantendo a crítica à reação de Ana Paula: "Estou falando que é fácil, não, que sei que não é fácil. Ficar em pé ali... Não é fácil. Mas ela tem que fazer. 'Ai não vou, ai não quero, ai não sei o quê'."