A manhã desta quarta-feira (25) na academia do BBB 26 foi marcada por uma análise minuciosa sobre o "telefone sem fio" que agitou a casa. Samira e Ana Paula Renault discutiram a postura de Chaiany após uma fofoca envolvendo Jordana e os integrantes do Quarto Sonho de Eternidade.
O polêmico termo "personagem"
O ponto central da discussão entre as sisters foi o uso da palavra "personagem". Samira questionou se o termo realmente surgiu durante a reunião de condomínio dos brothers, mas Ana Paula foi enfática ao defender a versão de Jordana.
"Não foi falada a palavra 'personagem' no quarto? Não. E a Jordana não falou. Tanto que a Jordana na cozinha virou e falou assim: 'Hora nenhuma eu falei pra Chaiany a palavra personagem'", disparou a jornalista.
Chaiany sob pressão: "Ela sabe o que está fazendo"
Para Ana Paula Renault, o fato de Chaiany ter saído da cozinha sem rebater Jordana é um sinal claro de que a goiana pode estar manipulando as informações para se vitimizar no jogo. A Veterana acredita que a sister sentiu o peso da própria consciência ao transformar um questionamento sobre "inocência" em um ataque direto.
"A Chaiany ficou calada e sabe o que ela fez? Ela saiu da cozinha. Ela podia ter falado: 'Que isso, Jordana, você me passou essa informação. Você falou que o Juliano [Floss] estava me chamando de personagem'. Ela levantou e saiu", relembrou Ana Paula.
A jornalista continuou sua análise pesada sobre a colega de confinamento: "Nunca joguei com a Jordana, mas ela simplesmente relatou exatamente a nossa conversa lá. Então eu acho que quem deturpou tudo, e no caso foi porque pesou a mente, foi a própria Chaiany. Por que a Chaiany chegou à conclusão então que ela é uma personagem? Porque ela sabe o que está fazendo."
Questionamento da inocência vs. personagem
Samira concordou com a lógica de Ana Paula, ressaltando que qualquer pessoa confrontada com uma mentira teria reagido na hora. O diálogo terminou com uma reflexão de Ana Paula sobre a mudança drástica de narrativa feita pela goiana.
"A Chaiany, do questionando a inocência, partiu pro personagem. Aí que eu achei a coisa mais estranha do mundo. Por que questionar a inocência vira personagem?", questionou a jornalista.