Ratinho detona Wagner Moura por críticas a Bolsonaro: 'Cala a sua boca, porr*'

O apresentador aproveitou para provocar Erika Hilton e afirmar que não irá mudar seu discurso

17 mar 2026 - 10h27
(atualizado às 10h27)
Ratinho em seu programa no SBT
Ratinho em seu programa no SBT
Foto: Reprodução | SBT

O apresentador Carlos Roberto Massa, mais conhecido como Ratinho, voltou provocar polêmica com em seu programa no SBT. Na edição de segunda-feira (16), após provocar a deputada Erika Hilton (PSOL), ele criticou Wagner Moura por comentários negativos feitos sobre o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.

“Aquele menino que disputou o Oscar e perdeu, o Wagner Moura, que eu conheço como Capitão Nascimento — um baita ator —, depois fez o narcotraficante Pablo Escobar, sensacional. É um baita de um ator”, iniciou Ratinho, citando o filme Tropa de Elite (Globoplay) e a série Narcos (Netflix).

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Em seguida, o apresentador pediu que o ator “ficasse de boca fechada” em vez de falar “besteiras”.

“O Wagner, esquece o Bolsonaro, cara. Para de falar dele. Qual o motivo de falar dele? O cara tá doente, quase morrendo, e você falando mal dele nos Estados Unidos. Cala a sua boca, por**. Que isso? Fala de outra coisa.”

“Continua sendo o Capitão Nascimento, continua sendo o baita ator que você é. Esquece essa coisa de política. Senão, a gente vai morrer ou se matar. O Brasil é um só. Nosso povo é um só. Vamos deixar a política para a hora que tem que ser política, na hora da urna. Aí vota do jeito que você quiser”, completou.

Falas de Wagner Moura

Wagner Moura no Oscar
Foto: Matei Horvath/FilmMagic

Durante a campanha de divulgação do filme O Agente Secreto (Globoplay), Wagner Moura criticou o ex-presidente Bolsonaro em algumas ocasiões. Em janeiro de 2026, por exemplo, ao vencer o Globo de Ouro, ele falou sobre a importância de produzir projetos audiovisuais sobre o regime militar.

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“Eu acho que precisamos continuar fazendo filmes sobre a ditadura. A ditadura é uma ferida aberta na vida brasileira, aconteceu há apenas 50 anos. Nós tivemos recentemente, entre 2018 e 2022, um presidente de extrema direita/fascista no Brasil, que é uma manifestação física dos ecos da ditadura.”

Durante participação no talk show The Daily Show, o ator voltou a mencionar o ex-presidente, afirmando que “o Donald Trump brasileiro” está preso. Em seguida, agradeceu a Bolsonaro, dizendo que, sem ele, O Agente Secreto não existiria. “O filme nasce a partir da perplexidade compartilhada por mim e Kleber Mendonça Filho [diretor do filme] diante do que estava acontecendo no Brasil entre 2018 e 2022.”

Fonte: Portal Terra
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